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Arquivos, Publicações do Mês de Setembro 2008

Maçonaria Indignada com a Corrupção e Governo do País

AUG?RESP?LOJ?SIMB?SIMÓN BOLÍVAR N° 2291, Fundada em 11 de setembro de 1983

Federada aoGRANDE ORIENTE DO BRASIL Jurisdicionada ao GRANDE ORIENTE DO BRASIL

MINAS GERAIS Rua Rio de Janeiro, 985, 11° Andar, Centro Cep 30.160-041, Belo Horizonte ? M. G. Reuniões 5ª Feira, 20:00 hs - Templo Liberdade - REAA 1G

Em sessão ordinária realizada no dia 24 de Julho de 2008 a Loja aprovou o manifesto a seguir que deverá ser divulgado para os maçons e para o público em geral.

Manifesto da Maçonaria

As declarações e ações da Presidência da Republica, Polícia Federal, e Supremo Tribunal Federal nos casos de operações de investigação recentes como a Satiagraha nos deixam perplexos e apreensivos quanto à qualidade da gestão dos recursos da Nação e da administração da justiça.

Na última semana assistimos a ações lamentáveis do STF pressionando um juiz federal de primeira instância para que interrompa um processo judicial porque, supostamente, estaria sujeitando os investigados a constrangimentos. As ações desenvolvidas sugerem que a cúpula gestora da nação está comprometida pela convivência diária com a dilapidação dos bens públicos, tratados como propriedade privada dos gestores, que freqüentemente tomam decisões catastróficas para os interesses dos legítimos donos, no caso a sociedade, sem por isso serem responsabilizados e severamente punidos.

A esperança de justiça da sociedade, fundamentada na atuação de um grupo de jovens policiais, promotores e juízes, foi brutalmente abalada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, secundado pela Presidência da Republica e sob a plácida aceitação do Congresso Nacional, ao interromperem a Operação Satiagraha, por ter incomodado um banqueiro parceiro de negócios particulares de várias figuras públicas da cúpula governamental. Estas não podem ser as condições para vivermos em estado de direito, como foi argumentado. Se o estado de direito existe, aparentemente, ele é reservado aos criminosos, enquanto os contribuintes desprotegidos ficam com a obrigação de pagar e manter uma estrutura que repetidamente lhes demonstra o seu desprezo.

O produto do trabalho do povo é sugado pela Receita Federal, que bate recordes de arrecadação mês após mês, e consumido por um Governo, que não demonstra comprometimento quanto à sua correta aplicação. O imenso volume de recursos é tratado mais como um espólio a partilhar com banqueiros e asseclas, do que como a seiva vital da economia da sociedade.

Raramente vemos o retorno desses recursos aplicados na Saúde, Educação e Segurança. Em vez disso, vão parar nas mãos de empresários hipócritas, prefeitos pérfidos, ministros omissos e irresponsáveis, Deputados e Senadores mal-intencionados, que renunciam para não terem seus direitos políticos cassados e poderem voltar, "limpos", a concorrer nos próximos pleitos.

Os setores da Saúde, Educação e Segurança são aqueles onde a administração pública demonstra plenamente o seu desprezo pelo contribuinte, com a desorganização e o desperdício, além dos gordos salários e benefícios numa ciranda, que leva o Governo a gastar cada vez mais a ponto de ressuscitar a velha e temida inflação. Verificamos uma temerária inversão de valores na prática da administração pública.

Os encarregados de fazer cumprir as leis, em determinadas situações, são os mesmos que ajudam a burlá-las, o caso dos Conselheiros do Tribunal de Contas que falsificaram certidões para poderem dilapidar os recursos destinados a assistência social. Poucos dias atrás, assistimos na televisão sua excelência, o presidente do STF, concordando, placidamente, que os ricos têm uma justiça privilegiada porque podem pagar melhores advogados.

Enquanto isso, o responsável nacional pela Defensoria Pública se lamentava pelas dificuldades encontradas para fazer funcionar a sua desmantelada organização. É inadmissível constatar que um profissional da Defensoria Pública Federal ganha menos da metade que os profissionais do mesmo nível no Ministério Público Federal que ganham cerca de 20 mil reais enquanto os marajás do STF auferem valores maiores.

É espantoso se levarmos em consideração que todos eles são pagos pelos mesmos contribuintes que vêm escorrer pelos dedos mais de 40% do que produzem, em impostos, que deveriam ser aplicados para prover saúde, educação e segurança para a Sociedade.

Lamentavelmente isso não acontece, porque organizações criminosas, organizadas em rede de empresas ou ONGs preocupadas com os direitos dos criminosos, amparadas por um conjunto de leis casuísticas, pela ineficiência da Justiça preocupada em não incomodar seus parceiros e com a conivência do Governo, se incumbem a dar rumos nefastos ao dinheiro público.

Estamos evoluindo e não concordamos que um ministro, ex-presidente do STF, declare, publicamente, que "bem ou mal o ministro resolveu soltar o Sr. Dantas e ninguém tem competência para se opor a tal decisão".

Cometemos erros e temos obrigação de corrigi-los, decisões divinas são inaceitáveis.

O ministro presidente do STF deve todos os esclarecimentos á Sociedade a quem serve. Não pode permitir que os mal-intencionados ou os corruptos desbaratem os recursos conquistados pelos trabalhadores e ficar calado. Os advogados devem envergonhar-se de participarem nas quadrilhas que assaltam o povo interpretando a lei para instruir e salvaguardar da ação da justiça os seus clientes, dificultando a apuração da verdade. Esqueceram os juramentos feitos perante a Sociedade e perante a Ordem dos Advogados que parece adormecida, alheia aos deslizes dos seus membros que muito prejudicam a sociedade, que supostamente orientam e protegem.

Não podemos concordar com um Congresso Nacional que assiste apático a estas catástrofes nacionais, sem ao menos se pronunciar em defesa das instituições impedidas de desenvolver as suas atividades constitucionais. É obrigação de Deputados e Senadores julgar as ações do presidente do STF e impedir que a Presidência da República desmantele a Polícia Federal quando ela começava a fazer um pouco do seu trabalho.

Até quando continuaremos pagando principescamente profissionais incompetentes e mal-intencionados, que não protegem a sociedade do assalto aos recursos públicos por organizações ou indivíduos, impedindo que esses mesmos recursos oriundos dos impostos, sejam aplicados em benefício da sociedade?

Nós Maçons não podemos continuar assistindo passivamente a dilapidação dos recursos da sociedade pelos seus representantes. É necessário fazer as correções adequadas rapidamente, restabelecendo o prestígio da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça Federal e caçar os responsáveis sem tréguas.

Vamos fazer com que a Ética seja, de fato, o ponto mais importante na escolha dos nossos representantes e exigir deles que a pratiquem explicitamente durante os seus mandatos. Atualmente, temos as ferramentas necessárias para fazê-lo. É nossa responsabilidade fiscalizar a atuação dos nossos representantes seja legisladores, jurídicos ou executivos, exigir que informem os resultados das suas ações e impedir que prejudiquem a sociedade com associações mal-intencionadas.

Manifestamos o nosso repúdio pela situação criada e pedimos respeitosamente esclarecimentos públicos e objetivos ao Exmo. Sr. Presidente da República, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional, Ministro da Justiça e Polícia Federal, a quem pagamos muito bem para nos representarem, protegerem e esclarecerem e não para cuidarem dos incômodos causados aos legalmente investigados.

Convidamos a cerrarem fileiras conosco todos os nossos irmãos Maçons e todos os cidadãos de bons costumes, espalhados por este imenso e portentoso país que vislumbra a oportunidade de ser grande, mas continua tolhido e enfraquecido pelos seus parasitas.

Oriente de Belo Horizonte, 24 de Julho de 2008.

LOJA MAÇÔNICA SIMÓN BOLÍVAR N° 2291

Achmed...O Terrorista Morto.

Para quem não conhece Achmed nascido na China iniciou sua vida não-muçulmana nos campos de arroz. Cansado de ser explorado pelo sistema Comunista, acabou fugindo para a Arábia Saudida. Lá, abriu um lojinha que vendia artefatos caseiros, como Bombas e Gases Letais feitos com materiais que se encontram em qualquer cozinha convencional. Não demorou muito para que Osama Bin Laden recrutasse o pequeno chinês para sua equipe de homens bombas. Sendo um aluno exemplar, Achmed ganhou um próprio campo de treinamento, onde treinava seus próprios terroristas para alcançar um objetivo: Destruir os paises Ocidentais.

Após ver que não teria futuro com tal profissão, de não se considerar racista o suficiente e sofrer com o saco do Capitão Nascimento, Achmed abandonou a vida de explosões (após falhar) e seguiu um rumo brilhante em fazer piadas de marionetes.

Achmed é uma criação de Jeff Dunham ventríloquo americano e um comediante de Stand Up. Diplomado na Baylor University, ele executou vários espetáculos de comédia, inclusive Comedy Central Presents em 2003. Os bonecos atuais dele incluem um woozle nomeado Peanut, um homem velho e amargo chamado Walter, Melvin o Super-Herói e José Jalapeño - um jalapeño falante em uma vara (on a stick!). O seu primeiro DVD, Jeff Dunham: Arguing With Myself (Jeff Dunham: Discutindo Comigo Mesmo), foi lançado em Abril de 2006. No início do Show, Jeff abre o espetáculo com a equipe habitual, que inclui dois outros personagens: Sweet Daddy D e Bubba J. A comédia nova dele Jeff Dunham: Spark of Insanity estava disponível a postos de Redbox no dia 4 de setembro de 2007[1], e foi lançado para venda em DVD em 18 de setembro de 2007. O DVD caracteriza Peanut, José, Walter, Melvin o Super-herói, e Achmed o Terrorista Morto. O DVD foi gravado no Teatro de Warner em Washington, DC. ?Spark of Insanity" no dia 23 de setembro de 2007.

VALE APENA ASSISTIR.

Process Monitor - Advanced System Monitoring Tool

Process Monitor is an advanced system monitoring tool that enables you to monitor file system, Registry and process/thread activity in real-time. It offers filters and highlighting rules that enables you to limit and focus the monitoring to processes that match certain conditions. The captured activity can be viewed in real-time and also saved and exported to file. Other features include boot-time logging, configurable display columns, advanced process properties, summary reports and much more.

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Exclusive Interview: Microsoft Admits What Went Wrong with Vista, and How They Fixed It

by Will Smith

Way back in January 2007, after years of hype and anticipation, Microsoft unveiled Windows Vista to a decidedly lukewarm reception by the PC community, IT pros, and tech journalists alike. Instead of a revolutionary next-generation OS that was chock-full of new features, the Windows community got an underwhelming rehash with very little going for it. Oh, and Vista was plagued with performance and incompatibility problems to boot.

Since then, the PC community has taken the idea that Vista is underwhelming and turned it into a mantra. We?ve all heard about Vista?s poor network transfer speeds, low frame rates in games, and driver issues?shoot, we?ve experienced the problems ourselves. But over the last 18 months, Vista has undergone myriad changes, including the release of Service Pack 1, making the OS worth a second look. It?s time we determine once and for all whether we should stick with XP for the next 18 months while we wait for Windows 7. But before we answer that question, let?s review exactly what?s wrong with Windows Vista.

What Went Wrong with Vista?s Launch?

We?ve seen worse launches over the years, but not from a multibillion dollar product that was a half-decade in the making. Here are the seven biggest contributors to Vista?s dud of a debut

Instability

At launch, we complained that Vista was significantly less stable than its predecessor. We experienced more hard locks, crashes, and blue screens in the first weeks of use than we had in the entire year prior using XP. Sadly for Microsoft, our experience was shared by many early Vista users.

The problems weren?t limited to high-end, bleeding-edge hardware, either. People with pedestrian, nonexotic hardware configs reported crashes, instability, and general wonkiness with Vista on laptops and desktops, in homebuilt rigs and OEM machines, and in PCs that originally shipped with XP. Considering that improved stability was one of the biggest promises Microsoft made for Vista, users were understandably upset.

Lots of problems, few solutions

The Problem Reports and Solutions wizard finds lots of problems but few solutions.

Incompatibility

Microsoft didn?t make any big promises about application compatibility, and it?s a damn good thing. If a desktop application didn?t follow Vista?s rules for behavior, Vista wouldn?t let it run. The program would fail to load, crash on use, or eat the user?s data, depending on the development infraction. And to be clear, we?re not talking about shareware apps created by some dude in his basement, we?re talking about Acrobat Reader, iTunes, Trillian, and dozens of other programs, not even counting the antivirus programs that are rarely compatible with a new OS.

Getting hardware working could be just as challenging. If you had one of the millions of perfectly serviceable, but suddenly incompatible printers or scanners, you probably felt pretty raw. We know we did.

Additionally, if you needed to connect to a VPN (virtual private network) that isn?t supported by Vista?s built-in client, you were probably out of luck. Vista shipped without support from major VPN manufacturers, including Cisco, leaving work-at-home types out in the cold.

The massive number of compatibility problems ensured that every user would be touched by at least one disappointment.

Performance

We would expect a new version of Windows to be slower than the previous one, given immature drivers and new features that drain CPU cycles and absorb memory. However, the performance differential has always been less than 10 percent in the past and only really evident in hardware-intensive apps, such as games.

At Vista?s launch, our tests revealed worse-than-expected performance in many different tasks and applications. Gaming performance suffered notably; using drivers from the launch time frame, our tests showed as much as a 20 percent performance difference between Vista and XP on the same machine. But that wasn?t the worst of it.

Even common tasks suffered. Large network file transfers took a ludicrous amount of time, even on systems hardwired to gigabit networks. On affected machines, Vista could take days to transfer a full gigabyte of data! While that was a worst-case scenario, many users complained that file transfers took twice as long to complete in Vista as in XP.

Reliability Chart

The Reliability Monitor provides a general idea of how stable your machine is. All our rigs are unstable.

User Account Control

Vista brought marked improvements to the overall security of Windows, one of the few areas in which the OS actually lived up to Microsoft?s promises. Unfortunately, one of the mechanisms that helps enable that security comes at a high cost?it?s incredibly annoying.

That?s right, we?re talking about User Account Control, aka UAC. Even if you don?t know what it?s called, if you?ve used Vista, you?re undoubtedly aware that you need to prepare your clicking finger when the desktop darkens and your trusty PC starts asking whether you really meant to install that application you just double-clicked. UAC prompts you whenever an app tries to write to an area of your hard disk or registry that Windows finds suspicious. This seems like a good thing, right? It would be, except UAC prompts every time the installer does something suspicious. We?ve had Vista prompt us no fewer than five times before completing installs it questioned.

The problem is compounded by the fact that those five prompts look and behave differently, even though they?re all asking for basically the same thing: permission to write to a protected area of your system. To make matters even worse, none of the UAC prompts actually tells power users what the app is doing. When you click that Allow button, all you?re doing is adding a speed bump to whatever malware you might be installing.

Executed properly, UAC could have been a savior for people wont to install every application they find. Unfortunately, the UAC prompts quickly become so annoying that most users either disable them (the power-user option) or mindlessly click Allow (the mom option).

Activation

Activation has been a hassle since Microsoft first included it with Windows XP. Microsoft?s never really honored its stated 90-day limit for discarding activation information either. After installing the OS once or twice, you inevitably have to call some poor sap manning the activation hotline to enable Windows. What bothers us about Vista is the inclusion of the Windows Genuine Advantage software, which periodically checks in with Microsoft to ensure that the copy of Windows you?ve already activated remains genuine.

That?s all well and good, unless something confuses WGA. Unfortunately, just about everything confuses WGA. It could be something as simple as a BIOS reset that sets the clock back a few years. Or it could be that Microsoft?s entire activation process shuts down for a few hours?like it did last August. But at least Microsoft curbs piracy of Vista and other activated software by treating its customers like criminals, right? Well, not so much. Hacked versions of Vista that simply bypass activation are available on BitTorrent sites around the world.

Version Overload

In the old days, there were two distinct versions of Windows: one for home users and one for corporate users. For home, you bought Windows 98; IT departments bought Windows NT (at least the serious ones did). With Windows XP, this trend continued, despite the fact that both the home and enterprise OSes used the same core.

With Vista, the old home and enterprise distinctions went out the window, as Microsoft added three more versions of Windows, removing crucial features like the 3D UI from the low-end release and forcing power users who want access to both work-friendly and enthusiast features to shell out for the $400 Ultimate edition. To help justify that exorbitant price, Microsoft promised Ultimate Extras, the first of which didn?t materialize until months after launch, and those that did appear were disappointing. A bad Texas Hold ?Em game, a backup utility that should have been included in every box, and support for other languages do not ?ultimate extras? make.

Oh, and if you used Windows XP Professional at home and wanted to upgrade to a less-expensive home version of Vista, you were out of luck. The only upgrade path that worked from XP Pro to anything with Media Center capability was the spendy Ultimate edition.

?One More Thing?

If the last eight years of watching Steve Jobs smugly introduce ?one more thing? have taught us anything, it?s that no matter how technically sound (or alternately, how fatally flawed) a product is, every major release desperately needs one or two supersexy features to incite lust in geeks everywhere. Every time Jobs rolls out a new product, he teases the audience with a feature or two that you simply cannot wait to use. These features not only leave customers clamoring for the new product but also give those pesky users sitting on the fence a rationale for upgrading. While Vista had the technical chops in the form of the Aero renderer to deliver some potentially astounding apps, Microsoft?s best effort was Flip3D?a gimpy knock-off of a feature that OS X implemented infinitely better.

Aside from that, most of the apps included with Vista are rote updates of their forebears?from Movie Maker to Photo Gallery. There?s very little that?s new, even when the apps themselves are brand-new (see Windows Mail). Worse than nothing new, there?s not much in a stock Windows install to inspire anyone?even the stereotypical dullard PC user.

Email do Chefe

Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA.

No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse: - Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu e-mail era simplificado e o significado de PORRA é 'Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado'.

O funcionário argumentou: - Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.

Vai ter raciocínio rápido assim lá no inferno, hein?

Game Online Adota Segurança de Banco

O jogo World of Warcraft usa um token gerador de senhas para combater o roubo de credenciais.

Segundo a ESET, fabricante do antivírus NOD32, 13,3% do malware detectado em junho eram cavalos-de-tróia destinados a jogos online. Esses invasores gravam o que o usuário digita no teclado e se instalam no PC com características de rootkit, ou seja, agem em modo furtivo para fugir à detecção por programas de segurança.

Um dos objetivos desses programas nocivos é roubar as credenciais que o usuário precisa apresentar para participar do jogo online. Contas desse tipo alcançam preços cada vez mais altos no mercado do crime digital.

Foi por causa dessas ameaças que a Blizzard, fabricante do game World of Warcraft, decidiu adotar para seus jogos um sistema de senha dupla, semelhante ao utilizado pelos bancos. A empresa começou a vender um autenticador (somente para os EUA) que gera na hora um código numérico para que o usuário entre no ambiente do World of Warcraft.

Portanto, além de apresentar as credenciais, o jogador precisa digitar o código gerado pelo aparelhinho. Esse recurso, embora não seja absolutamente seguro, aumenta consideravelmente o nível de proteção do usuário.

O Blizzard Authenticator é vendido por 6,50 dólares. Anunciado no dia 26 de junho, o dispositivo esgotou-se rapidamente. No momento está indisponível no site da Blizzard.

'Hoje, o Fabuloso Carlão!'

Um casal passa a lua de mel em uma linda cidade. Numa casa de espetáculos pornô o letreiro anuncia: 'HOJE, O FABULOSO CARLÃO!'

Entram e o show começa com Carlão, 39 anos, numa cama com uma louraça, uma morenaça e uma ruivaça, que ele traça uma a uma... e depois repete. As três mulheres, exaustas, deixam o palco, enquanto Carlão agradece ao público, que o aplaude efusivamente, de pé.

Sob o rufar de tambores, uma mesinha com 3 nozes é colocada bem no centro do cenário. Carlão quebra as três pequenas nozes com o bilau, com pancadas precisas. O público vai à loucura e ele é ovacionado por vários minutos!

Passados 25 anos, para recordar os velhos tempos, o casal decide comemorar as bodas de prata na mesma cidade. Passeiam pelos mesmos lugares e, diante da mesma casa vêem, surpresos, o cartaz: 'HOJE, O FABULOSO CARLÃO!'

Entram e, no palco, quem está lá? O Carlão, agora com 64 anos, enrugadinho, cabelos brancos, traçando outras 3 mulheraças com o mesmo pique. Não dá prá acreditar! Quando os tambores começam a rufar, é colocada no centro do palco a mesma mesinha, agora com três cocos, e ele os quebra com a mesma precisão.

Boquiaberto, o casal vai ao camarim para cumprimentar pessoalmente o fabuloso Carlão e, curiosos, lhe perguntam o motivo da mudança das nozes para cocos.

Meio sem graça, ele responde:

- A velhice é uma merda! A vista está fraca e não consigo mais enxergar as nozes.

Go!?

Pois é, graças ao meu amigo, colega e hermano Argentino (correto, irmão por que irmão a gente não escolhe....rssss), nos comentou sobre o GO?! (Go, Weiqi ou Baduk) se trata de um jogo estratégico de soma zero e de informação perfeita para tabuleiro, em que duas pessoas posicionam pedras de cores opostas.

O jogo de Go originou-se na China e suas primeiras referências conhecidas datam do século 6 a.C (548 a.C. ,Zuo Zhuan). Alguns estudiosos acreditam que o tabuleiro tenha evoluído de algum utensílio utilizado para marcar datas e épocas do ano. Uma lenda no entanto diz que o jogo foi criado como um instrumento do imperador Yao( 2337 - 2258 a.C.) para educar seu filho Danzhu, na disciplina, concentração e equilíbrio. Outros acreditam que o jogo tenha sido criado com propósitos divinatórios , para controle de enchentes ou ainda para simbolizar a ordem cosmológica. O jogo também teria sido usado por generais chineses para estabelecer estratégias de guerra.

O jogo foi introduzido no Japão em 735 d.C. por um monge budista chamado Kibi Dajin, e logo tornou-se popular entre as diversas classes sociais. No Japão o jogo tornou-se consistente e este país foi o primeiro a estabelecer um sistema de jogadores profissionais com rating e ranking. Em 1924 neste país foi fundada a Nihon Ki-in uma academia com caráter acadêmico e federativo voltado para a propagação do Go através de torneios e concessão de títulos aos jogadores.É reconhecido como um jogo que envolve grande capacidade estratégica, tendo grande número de praticantes na Coréia, na China, no Japão, nos EUA e na Europa. Em outros lugares, como Brasil, é praticado basicamente pelos da diáspora asiática e curiosos.

Prazeres Proibidos

Um padre e um rabino, bons amigos, estavam almoçando juntos. O padre havia pedido melão com presunto e comia com muito prazer.

- Quando você vai decidir provar algo tão delicioso? ? disse a seu amigo, quase compadecido.

-Na sua festa de casamento ? respondeu o rabino....