« Novembro 2009 | Pagina Principal | Setembro 2009 »
Arquivos, Publicações do Mês de Outubro 2009
Parabens, Hoje se Inventou o Codigo de Barra...
Às 8:01 da manhã de 7 de outubro de 1974, um cliente do supermercado
Marsh's em Troy, no estado norte-americano de Ohio, fez a primeira
compra de um produto com código de barras.
Era um pacote com 10 chicletes Wrigley's Juicy Fruit Gum. Isso deu início a uma nova era na venda a retalho, acelerando as caixas e dando às companhias um método mais eficiente para o controle do stock.
Aquele pacote de chiclete ganhou seu lugar na história e está atualmente em exibição no Smithsonian Insititute's National Museum of American History (em inglês). Aquela compra histórica foi o ponto de partida para quase 30 anos de pesquisa e desenvolvimento. O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patenteado por Bernard Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados pelo Drexel Institute of Technology (Instituto de Tecnologia Drexel), agora Drexel University (Universidade Drexel). Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz ultravioleta.
Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável. O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.
Em Portugal, o código de barras surgiu pela primeira vez em 1985. O código de país de origem para Portugal é "560" (lê-se no início do código). Já no Brasil, o código de barras teve início operacional implantado na década de 90.
Código de barras é uma representação gráfica de dados que podem ser numéricos ou alfanuméricos dependendo do tipo de código de barras utilizado.
A decodificação (leitura) dos dados é realizada por um equipamento chamado scanner que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura a luz é absorvida, e, onde a barra for clara (espaços) a luz é refletida novamente para o scanner reconhecendo os dados que ali estão representados.
Os dados capturados nesta leitura são compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números humano-legíveis.
Togaf?
O The Open Group Architecture Framework (TOGAF) é um framework de
arquitetura corporativa que provê uma abordagem global ao design,
planejamento, implementação e governança de uma arquitetura de
informação corporativa.
A arquitetura é tipicamente modelada em quatro níveis ou domínios: Negócios (Business), Aplicação (Application), Dados (Data) e Tecnologia (Technology). Um conjunto de arquiteturas base é fornecido para permitir que a equipe de arquitetura vislumbre o estado futuro e atual da arquitetura.
Mas para que o TOGAF?, De que pode nos servir?... bom para quem esta acostumados a ITIL já na sua terceira versão, existe uma figura que poderíamos definir como arquiteto de soluções. A ITIL apresenta os processos existentes no serviço de desenho, pois bem, uma equipe multidisciplinar trabalha nas elaborações é definições das arquiteturas a serem desenvolvidas ou bem adquiridas para atender o negocio. Pois bem o TOGAF nos ENSINA como ser ARQUITETOS de SOLUÇÂO, ou seja, uma excelente metodologia para os futuros ARQUITETOS DE SOLUÇÂO.
O framework de arquitetura é um ferramental que pode ser usado para desenvolver uma grande variedade de diferentes arquiteturas. Ele deve:
* descrever um método para a definição de um sistema de informação em termos de um conjunto de blocos
* mostrar como os blocos se encaixam
* conter um conjunto de ferramentas
* prover um vocabulário comum
* incluir uma lista de padrões recomendados
* incluir uma lista de produtos compatíveis que podem ser usados para implementar os blocos
O padrão ANSI / IEEE 1471-2000 para especificação de arquitetura (de utilização intensiva de sistemas de software) pode ser descrito como: "a principal organização de um sistema, consubstanciados em seus componentes, suas relações uns com os outros e com o ambiente, bem como os princípios que regem a sua concepção e evolução".
Entretanto TOGAF tem sua própria visão, que pode ser especificada tanto como uma "descrição formal de um sistema, ou um detalhado planejamento do sistema no nível de componentes para guiar a sua implementação", ou como "a estrutura de componentes, seus inter-relacionamentos, e os princípios e diretrizes que regem sua concepção e evolução ao longo do tempo".
Falta Maturidade à Infraestrutura de TI das Grandes Empresas no Brasil
Andrea Giardino, da Computerworld
No estudo da IDC e Accenture, em uma escala de 1 a 5, as 150 maiores companhias instaladas no País receberam nota 2,4 no quesito de melhores práticas - contra uma média mundial de 4
As maiores empresas que atuam no Brasil ainda estão longe de atingir o nível de maturidade desejado quanto ao uso da infraestrutura de TI. Pelo menos é o que mostra o estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray (do inglês, Raio-X da Maturidade da Infrestrutura do Brasil), realizado pela consultoria Accenture e pelo instituto de pesquisa IDC.
Inédito no País, o levantamento ouviu 150 companhias de grande porte, nos meses de agosto e setembro. Seu principal objetivo foi mapear o cenário da TI das empresas e medir o grau de evolução tecnológica de suas operações.
Em uma escala que varia de 1 a 5, as empresas instaladas no Brasil apresentaram nível 2,4 de maturidade, enquanto a média mundial é 4. “O esperado é que chegássemos, pelo menos, a nível 3”, afirma o gerente sênior da Accenture, Jesus Lopes Aros.
A avaliação teve como pano de fundo as melhores práticas de gestão de TI e a biblioteca ITIL (do inglês Information Technology Infraestructured Library), considerada hoje a espinha dorsal dos projetos de infraestrutura. Nesse sentido, o estudo revela que 50% dos entrevistados dominam o padrão ITIL, quando o ideal seria que esse índice fosse de, no mínimo, 75%.
“Esse cenário é preocupante já que o Brasil desponta como uma das economias que mais crescem em investimentos de TI e telecomunicações, superando os países da América Latina e deixando para trás Coréia e Índia, entre os emergentes”, explica Roberto Gutierrez, diretor da IDC.
De acordo com o consultor da Accenture, um ponto relevante a observar é de que forma o orçamento de TI vem sendo usado. Atualmente, há uma concentração em gastos ligados à manutenção do parque instalado. Do total de empresas ouvidas, 35% dos investimentos são destinados a melhorar a infraestrutura existente. “Quando deveríamos ter ações voltadas a melhorias dos processos de gestão e inovação”, destaca Aron.
A pesquisa aponta também as políticas de TI Verde ainda estão em fase incipiente. A média de maturidade no Brasil ficou na casa dos 2,3, muito abaixo dos 3 desejáveis. “Muito se fala em política de sustentabilidade, mas as empresas não acordarão para importância do tema”, diz Gutierrez.
Atualizado: Sexta-feira 02 Outubro 2009 10:10 AM Brasilia Time




