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Como Corrigir Cinco Questões que Deixam as Redes Corporativas Vulneráveis

Especialistas apontam os caminhos para controlar funcionários que adotam técnicas para burlar os firewalls e acessar conteúdo indevido no ambiente de trabalho

CSO/EUA

Já foi o tempo em que bloquear o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho era aceitável. Mas, em várias organizações, o que antes era considerado uso inapropriado da infraestrutura da companhia tornou-se essencial. Hoje, ambientes como o Facebook e o YouTube fazem parte das estratégias de marketing. Ao mesmo tempo, sistemas de mensagens instantâneas, tais como o AIM e o G-Chat, são amplamente usados na comunicação eficiente entre funcionários.

Na opinião do fundador e CTO da consultoria de TI Atomic Fission, Dave Torre, “a natureza do negócio deve definir a política de acesso a esses sites”. Ele acha que funcionários do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, por exemplo, não precisam das redes sociais e não devem usar as máquinas da organização para acessá-las.

Já no caso de um funcionário do departamento de marketing, passar 15 minutos por dia em sites de relacionamento e em mídias sociais não é, nem de longe, suficiente. Assim, cabe ao gestor da área de TI avaliar qual a real importância desses sites para os funcionários.

Mesmo assim, há determinados tipos de site que não têm qualquer ligação com as atividades da empresa, nem há a menor justificativa para serem acessados - caso dos portais de jogos e sites adultos, por exemplo. Torre relata que com alguma frequência é procurado por clientes à procura de auxílio para se livrar de malwares inocentemente baixados durante uma sessão de pôquer.

Infelizmente, o simples bloqueio aos sites nem sempre é efetivo. Um funcionário engenhoso vai encontrar um jeito de driblar as restrições no trabalho. Ele vai comprometer a segurança, os dados e até a propriedade intelectual. Quem dá o alerta é o chefe de segurança da companhia de educação digital People Security, Hugh Thompson.

De acordo com Thompson, que também preside o comitê de segurança da RSA, fornecedora de soluções de criptografia que foi adquirida pela EMC, alguns atalhos encontrados na web para driblar os bloqueios são extremamente perigosos. "Eles criam canais na rede pelos quais fluem informações sem passar por qualquer tipo de monitoramento. Assim, até programas de prevenção de vazamentos de informações acabam tendo pouca eficiência”.

Confira abaixo cinco técnicas, das elementares às sofisticadas, usadas por funcionários para romper firewalls e medidas que devem ser adotadas para reforçar a proteções da rede corporativa.

1 - Digitar IP em vez da URL

Em determinadas ocasiões, inserir o endereço IP na barra dos navegadores pode iludir o firewall, caso este se baseie apenas no nome dos domínios para impedir o acesso. Há vários endereços que providenciam números IP para sites. Um exemplo de serviços desses está disponível em baremetal.com., que informa o IP de qualquer site. Copiar e colar esses códigos na barra de navegação dos browsers leva o internauta diretamente até esse conteúdo.

Solução

A maneira antiga de resolver esse problema seria usar uma relação de IPs e inseri-la em um tipo de blacklist. Há várias empresas que fornecem esse tipo de lista. Mas os especialistas recomendam ignorar a questão de IP/URL. Em vez de barrar, procure examinar o conteúdo de cada site. Isso vai exigir mais tempo para depurar as informações, mas é eficiente.

Determinadas páginas podem “importar” seções de outros sites. Se o endereço que importa essas informações for liberado, todas as requisições feitas ao conteúdo de outra página serão automaticamente “abençoadas”. O conselho é examinar o código fonte de cada site acessado.

2 – Carregar versões do cachê

Muitas páginas podem ser acessadas via cópia armazenada pelo próprio Google ao longo da indexação do conteúdo. Basta o usuário clicar no link “Em cache”, localizado no rodapé dos resultados de cada página exibida depois de uma busca.

O internauta é levado para dentro da página, sem abandonar o domínio do Google, ou seja, para qualquer bloqueador de URLs, o site de acesso negado não está sendo acessado. Quando um usuário navega no conteúdo armazenado de uma página dentro do Google, ele está em comunicação com o servidor dessa cópia (no caso o Google) e não com a página bloqueada.

Solução

Os especialistas recomendam a mesma solução indicada para o caso anterior, que é submeter o conteúdo a uma análise antes de chegar à máquina do usuário.

3 – Criptografar o conteúdo

Inserir HTTPS no começo de cada URL leva o usuário até uma versão básica do site e elimina boa parte dos seus elementos, mas mesmo assim garante acesso ao endereço “proibido”.

Há o SSH, criptografia de SOCKS e outros canais alternativos que “mascaram” o tráfego em redes menos sofisticadas. Elas se conectam às portas 80 ou à 443 – portas padrão para o protocolo HTTP. Então funcionam sem levantar qualquer suspeita, pois o que passa por elas é considerado tráfego normal de internet. E, quando temos o fator invisibilidade ao nosso lado, qualquer coisa é possível.

Solução

O conteúdo previamente criptografado por uma camada SSL e que flui por um canal que começa na máquina do usuário A e se estende até o ponto B, fora dos limites da rede corporativa, é muito difícil examinar.

É importante implementar proxies e gateways próprios para interromper qualquer encapsulamento e analisar cada pacote IP que chega e que sai da LAN.

As exceções intrínsecas às redes internas ou com proxies HTTPS transparentes impossibilitam o exame do que trafega na rede. A solução é submeter todo o tráfego a um intermediário que vai interromper a sessão iniciada e gerar uma nova ligação.

4 – Usar servidores Proxy e outras ferramentas de privacidade

Usar servidores Proxy particulares é outra artimanha usada. O funcionário pode configurar o navegador de forma a encaminhar todo o tráfego por um canal criptografado até um servidor externo que pode liberar o acesso irrestrito a sites e páginas.

Há uma extensão para o Firefox chamada GhostFox. Esse recurso instala um botão de privacidade logo abaixo do campo da URL e permite ao internauta escolher um servidor Proxy que blinde a navegação.

Especialistas dizem que houve um aumento razoável no uso desses recursos. Um exemplo disso é o Hamachi, uma ferramenta VPN usada para estabelecer um canal direto com um servidor, e há o programa Tor, uma espécie de roteador que envia a conexão com a internet para uma série de replicadores anônimos. Essas ferramentas foram criadas com o intuito de proteger a privacidade, mas são largamente usadas por pessoas que desejam esconder as atividades na internet, do departamento de TI.

É um jogo de gato e rato, afirmam especialistas. Não interessa se usam o Tor ou o Hamachi; as pessoas estão escondendo o tráfego com criptografia. A maioria dos recursos que filtram esse tráfego nas empresas não consegue visualizar o conteúdo circulante.

Solução

Se o servidor Proxy não for criptografado, o exame do tráfego fica facilitado e torna-se possível bloquear o acesso a servidores Proxy externos ou, como mencionado nos casos anteriores, analisar o conteúdo dos pacotes IP.

Com o conteúdo criptografado por ferramentas como o Tor, o bloqueio fica, na melhor das hipóteses, dificultado. O que pode ser feito é rastrear o Tor usando um sistema de detecção de invasores. Mas, lembre-se que essas ferramentas são altamente descentralizadas e operam de acordo com o modelo P2P, o que transforma a tarefa de geração das blacklists algo fenomenal, gigantesco.

5- Uso de smartphones

Usar smartphones para ficar ligado nos acontecimentos do Facebook ou do Twitter é algo absolutamente corriqueiro. Se usar um smartphone não é comparável a mexer de maneira indevida com o computador da empresa, ainda assim é um crime se for usado para acessar endereços da web não permitidos no local de trabalho. Em determinados casos, o Facebook ou o YouTube são bloqueados por razões de desempenho profissional. Visitar esses sites durante o expediente não difere muito de usar a estação de trabalho da companhia; de uma forma ou de outra, há o desperdício de tempo.

Solução

Neste caso, as opções de segurança são restritas, salvo o caso de o aparelho pertencer à corporação. Dispositivos como o BlackBerry podem ser configurados de tal maneira a negar o acesso às redes de relacionamento através das políticas de grupos e de servidores Proxy, igual acontece com notebooks e com PCs. Com dispositivos privados ou desbloqueados, há pouco que se possa fazer, a não ser negar a presença desses aparelhos no ambiente de trabalho.

No caso de organizações extremamente bem equipadas em termos de tecnologia, como acontece com entidades governamentais em que circulam informações ultraconfidenciais, sugere-se o uso de firewalls do tipo RF ou outra solução que barre conexões estranhas. Mas é uma solução de alto custo e considerada extrema. Em suma, os smartphones não são controláveis, restando ao empregador apostar na educação e no bom senso de funcionários e colaboradores.

Informar aos funcionários que o propósito das diretrizes de segurança é ajudar a empresa e, consequentemente, a manutenção do emprego de todos pode ser uma saída.

Computação em Nuvem: Muita Teoria e Pouca Prática

Para especialista do Gartner, boa parte dos departamentos de TI erra quando olha para a nuvem como uma forma apenas de reduzir custos.

As discussões sobre cloud computing (computação em nuvem) e o interesse dos executivos de TI em saber mais sobre o tema crescem a cada dia. Contudo, esse modelo representa uma realidade apenas para uma pequena parcela das empresas e ainda divide opiniões.

Diversos estudos sobre computação em nuvem deixam claro a sensação de que, na prática, muito pouco ainda tem sido investido pelas empresas. Um exemplo é o relatório da fornecedora de soluções baseadas em cloud computing Savvis, realizado a partir de pesquisas com 600 decisores de TI. O levantamento mostra que 68% dos executivos acreditam que o modelo poderia ajudar a amenizar os efeitos da crise econômica e 15% acreditam que a solução permitiria uma redução nos custos com tecnologia. Contudo, 70% dos entrevistados só esperam aderir à nuvem em um prazo de dois anos.

Entre os argumentos para não adotar imediatamente a computação em nuvem, 76% dos executivos afirmam que esse modelo dificulta o acesso ao ambiente e, por consequência, não permite a rápida implementação de projetos inovadores.

Para o analista da consultoria Gartner Mark McDonald, quando se analisa a adoção de cloud computing, o mercado está dividido em três grandes grupos de perfis de departamentos de TI: ricos, pobres e medianos.

No caso dos ricos, que concentram cerca de 22% das empresas, eles têm um orçamento maior mas, o mais importante, apresentam uma área melhor estruturada. Assim, investem pesado na modernização, bem como em iniciativas inovadoras. E quando olham o cloud computing, enxergam mais do que um simples corte de custos. Eles enxergam esse modelo como uma forma de desenvolver novos aplicativos e oferecer um valor estratégico às unidades de negócio.

Já os pobres, que correspondem à metade das organizações, em contraste, não tem um orçamento e um foco orientado a reduzir custos. Em outras palavras, estão mais preocupados em uma gestão eficiente do que em buscar inovações. Para McDonald, o cenário pode não ser agradável para esse tipo de departamento de TI, que tende a tornar-se irrelevante para o resto da companhia e deve perder cada vez mais o espaço dentro do atual cenário de negócios.

Sinal de alerta

Se a avaliação do analista do Gartner estiver correta, o estudo da Savvis demonstra que boa parte das empresas pode estar equivocada na análise do uso da computação em nuvem. Isso porque, dois terços delas acreditam que o principal benefício da migração para cloud é conseguir uma economia de recursos. Enquanto McDonald defende que a TI precisa enxergar esse modelo como uma forma de agilizar os projetos e atender às demandas das áreas de negócio, com um custo adequado.

Corporações Gastarão 2,9% a Mais com TI em 2010, Prevê Gartner

De acordo com relatório do Gartner, a área de manufatura concentrará a maior parte dos investimentos no período

Ao longo de 2010, o mercado corporativo retomou os investimentos em TI e os gastos mundiais no setor deverão ter um acréscimo de 2,9% no período, segundo previsão da consultoria Gartner. A entidade estima que as companhias vão aplicar 2,4 trilhões de dólares em tecnologia da informação.

Os analistas da consultoria projetam que o crescimento nos orçamentos de TI corporativos é estimulado por um cenário economômico mais favorável do que em 2009, quando os gastos globais das empresas com tecnologia somaram 2,3 trilhões de dólares, com declínio de 5,9% em comparação com o ano anterior.

Quando considerados os investimentos por verticais da indústria, a Gartner estima que será o setor de manufatura vai concentrar a maior parte dos gastos com TI em 2010, ao investir 426 milhões de dólares. Em seguida aparece o segmento financeiro, com aporte de 390,4 milhões de dólares. Na terceira posição ficam as empresas de comunicação, mídia e serviços, que devem aplicar 392,5 milhões de dólares.

Já o governo ocupa a quarta posição no ranking dos principais setores da economia que mais devem investir em TI neste ano, com gastos da ordem de 244,4 milhões de dólares. O relatório aponta, no entanto, que o setor público representa o mercado com o maior índice de crescimento (de 4%) nos orçamentos de tecnologia, em relação a 2009.

Gestores de TI Buscam Nuvem Como Alternativa aos Custos Operacionais

A tendência, que deve ser acentuada nos próximos anos, é a de que os departamentos de TI programem parte do orçamento para serviços sob demanda

Os departamento de TI investem, em média, 70% ou mais do orçamento para manutenção da infraestrutura e das operações. Mas uma pesquisa da Forrester Research, abrangendo 2,6 mil empresas de todos os portes, constatou que os CIOs pretendem reverter esse cenário, ao investir boa parte dos recursos em inovação, como forma de suportar o crescimento dos negócios. O que, de acordo com a consultoria, pode estimular muitas empresas a buscar a computação em nuvem (cloud computing) como uma alternativa à redução dos custos operacionais.

A consultoria Hacket Group confirma as informações da Forrester e vê, em seus levantamentos, a necessidade por um orçamento flutuante. As companhias querem a habilidade de manter a paridade entre custos de TI e a entrada de receitas, o que torna crítica a adoção de serviços sob demanda.

O líder de práticas globais da Hacket, Honorio Padrn, acredita que os clientes querem o máximo de flexibilidade e um modelo de preços baseado em consumo diário. “Acredito que essa instabilidade que caracteriza o clima econômico atual dificilmente vai voltar à normalidade, o que favorece sistemas facilmente escaláveis e pagos por uso e afasta as companhias de estruturas inflexíveis, com custos fixos muito altos”, pontua Padrn.

Uma das tendência, que deve se acentuar nos próximos anos, é que os CIOs programem uma parte dos orçamentos para serviços sob demanda, como o caso de cloud computing. “Essas oportunidades estão surgindo somente agora no mercado”, recorda o analista da Forrester Research, Robert Whiteley. “Só que a partir do momento em que os líderes de TI têm a possibilidade de comprar hardware como despesa operacional, o orçamento deve caminhar nesse sentido”, acrescenta.

Um dos exemplos de companhias que adotaram esse caminho é o da norte-americana Deca Financial Services. Quando a agência de cobrança de dívidas foi criada, no ano passado, ela tinha dois caminhos para montar a estrutura de TI: poderia comprar seus próprios servidores, licenças de software e contratar um administrador, pelo custo total de 700 mil dólares, ou recorrer a um fornecedor de nuvem, que cobra cerca de 60 mil dólares no primeiro ano.

No começo, o diretor de operações da Deca, James Hefty, não acreditou que contratar um serviço de nuvem era uma opção viável, por conta de problemas relacionados a regras de conformidade e auditorias de clientes.

A empresa mudou de ideia, no entanto, quando o fornecedor, no caso a BlueLock - baseada em Indianapólis, nos Estados Unidos -, provou que poderia responder todas as questões relacionadas à segurança, níveis de serviço e necessidade de recuperação de desastres. “Analisando um pouco mais, pudemos perceber que todos podem se beneficiar da nuvem”, diz Hefty.

Assim, a Deca optou por um ambiente híbrido. A empresa mantém uma rede, com roteadores, firewall e servidores blade HP, com ambiente virtualizado VMWare. E, apesar de possuir alguns recursos dedicados, boa parte da infraestrutura está na nuvem. Além do custo, a organização pretende ganhar escalabilidade sob demanda, em um ambiente virtual, tolerante a falhas e acessível pela internet.

Na posição de uma nova companhia, a Deca teve a opção de ir direto para a nuvem. Companhias maiores, no entanto, são menos propensas a realizar uma migração completa para serviços em cloud, mas cada vez mais estão programando orçamentos para serviços sob demanda e para a nuvem e se afastando de despesas de capital.

E, na área financeira, da qual a Deca faz parte, a tendência é muito forte. Segundo o analista do TowerGroup, Rodney Nelsestuen, nos próximos 18 meses a demanda deve explodir e existe um grande foco dos fornecedores em desenvolverem soluções para o setor. “A pressão por redução de gastos na área de TI, que já é grande, vai crescer exponencialmente nesse período”, garante.

Metodologia de Árvore de Falhas

A árvore de falhas é um modelo gráfico, onde a combinação das falhas é descrita (i.e., a ocorrência em série ou paralelo dos eventos irá resultar na ocorrência do evento indesejado pré-definido).

As faltas podem ser do tipo falha de equipamento, erro humano, erro de software, ou qualquer outro evento pertinente no qual pode conduzir ao evento indesejado.

Contudo é importante perceber que a árvore de falhas é um modelo de todas as possíveis falhas do sistema ou todas as possíveis causas para a falha do sistema. Uma vez que a análise cobre somente as falhas que são consideradas realísticas pelo analista, e as que não se enquadram nesta exigência são desprezadas na análise.

A árvore de falhas pode caracterizar os resultados (conseqüências) como evento binário (i.e., sucesso ou falha). No modelo lógico existem entidades conhecidas como “portas”, que tem a função de permitir ou impedir a passagem de uma falha para o topo da árvore (i.e., as portas mostram a relação entre os eventos necessários para a ocorrência do evento “mais alto”, entende-se por evento “mais alto” as saídas das portas, e o evento “mais baixo” são as entradas na porta).

Para uma melhor compreensão na Figura1, o diagrama de blocos funcional do sistema “D” é convertido na respectiva árvore de falhas.

Fig1. Convertendo o diagrama de blocos funcional em uma árvore de falhas

Etapas para o desenvolvimento da análise da árvore de falhas

Com base em Stamatelatos, et al.(2002), uma análise de árvore de falhas, bem sucedida, deve possuir os seguintes passos:

•Identificar o objetivo da análise de árvore de falhas;

•Definir o evento topo da árvore de falhas;

•Definir o escopo da análise de árvore de falhas;

•Definir a resolução da análise de árvore de falhas;

•Definir as regras básicas para a análise de árvore de falhas;

•Construir a árvore de falhas;

•Avaliara a árvore de falhas;

•Interpretar e apresentar os resultados.

Os cincos primeiros estão relacionados à formulação (planejamento) da árvore de falhas, já os passos seis, sete, e oito estão relacionados à construção, avaliação e interpretação dos resultados respectivamente. Nem todos estes passos são executados em seqüência, é possível, porém executar os passos os passos três, quatro, e cinco simultaneamente, também não é incomum os passos quatro e cinco serem modificados durante os passos seis e sete.

Abaixo o inter-relacionamento entre os passos é mostrado na Figura 2, as setas no sentido da direita para esquerda, significam re-alimentação dos passos anteriores.

Figura 2. Etapas da análise da árvore de falhas

O primeiro passo está relacionado à identificação do objetivo da análise de árvore de falhas, a primeira vista é possível acreditar que este passo parece obvio, no entanto se a construção for designada para uma equipe que não incorporou de forma concreta o objetivo da análise, ou se o objetivo não for claramente esclarecido, dificilmente os objetivos de diferentes equipes coincidirão. Uma vez que o critério de sucesso, como foi visto anteriormente, possui vários níveis, baseado no espaço de sucesso e falha, por isto é difícil perceber qual de fato é o critério de sucesso sob o ponto de vista decisor.

Uma vez que o primeiro passo foi executado, o segundo passo torna-se mais obvio, pois definir o evento topo é a definição literal de qual modo de falha do sistema será analisado. Se o sistema analisado possui diferentes fases, então os eventos topos são analisados para cada fase do sistema. A definição do evento topo é uma das mais importantes tarefas na análise de árvore de falhas, uma vez que o evento topo define a direção de toda a análise restante, e uma vez que ele é definido de forma incorreta, o restante da análise estará incorreta também, podendo conduzir até a uma tomada de decisão incorreta.

É extremamente frutífero definir vários eventos topos potencias e a partir deles decidir o mais apropriado frente ao decisor. Uma boa prática é definir o evento topo em função de critérios específicos que define a ocorrência do evento, outra boa prática é primeiramente definir o critério de sucesso para o sistema, e assim o evento topo do sistema será definido como a falha em satisfazer o dado critério de sucesso. Por exemplo, se o critério de sucesso para um dado poço de petróleo é que ele produza sem intervenção por pelo menos um ano, então o evento topo pode ser definido como: “falhar em operar sem intervenção por menos um ano”. Em resumo os pontos que devem ser levados em consideração na definição do evento topo deve ser os seguintes:

•Definir o evento topo, definir critérios para a ocorrência do evento;

•Garantir que o evento topo seja consistente com o problema a ser solucionado e objetivo da análise;

•Se incerto, o evento topo, definir várias possibilidades possíveis, que cubra o objetivo da árvore e avaliar a aplicabilidade de cada um.

No terceiro passo, onde o escopo da análise é definido, ela indica quais falhas e contribuidores serão incluídos, e quais não serão. No escopo também é incluída a condição de contorno para a análise. A condição de contorno inclui estado inicial do componente e os “inputs” que serão considerados para o sistema, desta forma a árvore de falhas é uma representação instantânea do sistema para um dado tempo, uma dada configuração e contorno.

De forma geral definir o contorno da análise significa definir o que está dentro da análise e o que está fora. O que está dentro da analise, são os contribuidores e eventos no qual estão relacionados ao evento topo indesejado, e o que esta fora da análise, são os contribuidores que não serão analisados. Em caso de sistemas onde mais de uma versão está disponível, nesta etapa será definido qual versão do sistema será analisada (i.e., em caso da análise de equipamentos onde novas versões são lançadas, versões de atualização).

No quarto passo o processo de resolução da análise de árvore de falhas é definido. Nele, o nível de detalhe no qual a causa de falha para o evento topo será desenvolvida é determinado. O processo de resolução, basicamente é dependente de duas características, a primeira é o foco da análise, uma vez que o evento topo é definido em função de um evento indesejado, que pode ser, por exemplo, “incêndio em um poço de petróleo”, então a resolução conduzirá ao nível de detalhe em que a modelagem das causas pode ser feita, a outra está vinculada aos dados disponíveis. A árvore é freqüentemente desenvolvida ao nível de detalhe da disponibilidade dos dados.

No quinto passo as regras básicas são definidas. Nela esta incluída o procedimento e nomenclatura pelo quais os eventos e portas serão nomeados na árvore de falhas. Esta organização é importante, uma vez que ela tornará a árvore de falha compreensível. Caso esta etapa seja desprezada, em caso de construção de várias árvores por diferentes equipes de especialistas, certamente o re-trabalho gerado na padronização após a construção, dependendo da complexidade do sistema, será extremamente dispendiosa.

No sexto passo que trata da construção da árvore de falhas, será comentado com maior detalhe mais adiante.

No sétimo passo a avaliação da árvore de falhas é feita. A avaliação inclui tanto a qualitativa quanto a quantitativa. A avaliação qualitativa está relacionada à análise dos cortes mínimos, natureza dos eventos básicos, e numero de eventos combinados em cada corte. Na avaliação quantitativa é analisada a probabilidade de cada evento, análise de dominância, análise dos cortes mínimos em função da probabilidade (qual possui maior ou menor probabilidade) e ordenação. É possível fazer também estudos de sensibilidade e avaliação da incerteza.

No oitavo passo a interpretação e apresentação dos resultados. Os resultados devem ser interpretados para fornecer implicações práticas tangíveis, especialmente centradas no impacto potencial sobre o objetivo.

No proximo artigo daremos continuidade a metodologia com "Avaliação qualitativa e quantitativa da árvore de falha"

Ref. Introdução: Introdução ao Fault Tree Analysis  

Albert Einstein em ?Idéias e Opiniões?...

"O Ser Humano é parte de um todo chamado por nós de 'universo', uma parte limitada no tempo e no espaço.

Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto - uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência.

Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos a nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas.

Nossa tarefa deve ser a de nos libertar dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza."

Voce Sabia ou Conhecia?, A Régua de Cálculo

Uma Régua de cálculo é um computador mecânico analógico que permite a realização de cálculos por meio de guias graduadas deslizantes.

Sua criação foi feita pelo padre inglês William Oughtred, em 1638, basendo-se na tábua de logaritmos que fôra criada por John Napier pouco antes, em 1614.

Apesar da semelhança com uma régua a régua de cálculos é um dispositivo que não tem nada a ver com medição de pequenas distâncias ou traçagem de retas. A régua de cálculo é o pai das calculadoras eletrônicas modernas (até mesmo porque os engenheiros que criaram as calculadoras eletrônicas provavelmente fizeram isso usando réguas de cálculo), tendo sido largamente usada até a década de 1970 quando então a versão eletrônica foi largamente difundida e aceita em função de sua simplicidade e precisão.

Quanto a precisão as réguas de cálculo não fornecem valores exatos e sim aproximados que são aceitos como viáveis dentro de certa aplicação. Assim, um cálculo como 1345 x 3442= ? é resolvido em poucos segundos com uma régua de cálculo mas o máximo que será possivel dizer do resultado é que ele está bem próximo de 4.650.000 e raramente o valor exato (4.629.490 neste caso).

ITIL is Continual Service Improvement

By George Spalding

Continuous improvement is an oxymoron, writes George Spalding of Pink Elephant.

It’s 1998. In the United States, Mark McGwire hit 70 home runs, Bill Clinton was impeached by the House of Representatives, Sex and the City premiered on HBO and Microsoft released its latest version of DOS (Windows 98).

I’m teaching Windows NT 4 to network administrators and NT 4 security (an oxymoron, btw) for auditors, providing consultation for providing effective user support and beginning the technical research for a geek book about NT 5 (later renamed Windows 2000/XP) for network professionals.

I hear rumblings about some kind of IT operating standard out of the UK that has some good help desk stuff in it. I’m certain it can’t be any good since, like many red-blooded Americans, I suffer from the if-it’s-not-invented-here-I-don’t-care syndrome. However, just so I can rule out and continue to ignore this operating standard, I tentatively start looking into it. On closer inspection, I see that it’s an IT management framework called ITIL, an acronym for the Information Technology Infrastructure Library.

Well, as Jim Nabors would say, “Surprise, surprise!” I learned that this ITIL thing is right on the money, makes total sense and in many ways completely validates much of what I said for years in my user support classes. Not only that, it vastly expanded my understanding of IT operations and related risks.

There was more: I learned the difference between a standard and a framework. You must comply with every element of a standard to be certified by an accredited audit. Whereas a framework is similar to a strong suggestion about how you might want to accomplish something; with an explicit encouragement to adopt the guiding principles then adapt them to the needs and requirements of your specific organization. Furthermore a standard is binary: one or zero, pass or fail. You either comply with everything or you don’t. End of story. A framework such as ITIL seeks to help you create a better IT organization next month than you had this month. There is no compliance to set standards, no pre-defined checklists and no IT bible.

In 1998, it seemed that most IT shops were better positioned for the steady improvement and measurable gains that a framework could offer rather than the all or nothing standards-based approach. Flash forward to 2009: The leading IT frameworks in place today are the ITIL and Control Objectives for Information and Related Technology (COBIT). Both have embraced the time-honored improvement principles of Dr. W. Edwards Deming, creator of the Deming Cycle of Plan-Do-Check-Act (PDCA):

Deming created this PDCA cycle in the early ‘50s as a guide for process improvement in manufacturing environments, proving that it worked in Japan. It seems a bit simplistic but it produces steady, continual improvement with almost no backsliding over time.

Briefly:

1. Plan – Develop a plan for exactly what you want to improve. Keep it S.M.A.R.T. (specific, measurable, achievable, relevant, time-bound). Because this will no doubt involve changing something, be sure to also consider and manage risk.

2. Do – Do it. (This differs greatly from the paralysis-by-analysis method employed by many people who never take risks).

3. Check – Immediately evaluate the results. What went well? What didn’t?

4. Act – Based on the evaluation, implement changes to the next plan. When satisfied that your organization has accomplished all it can from this cycle, start again. Improvement equals better but not perfect.

Another point that Deming makes with PDCA is that improvement happens in cycles. This may seem a minor point but it’s not. Organizations must go through each step of the cycle to achieve real and lasting improvement. There is no suggested time line for one cycle. It could be 60 minutes, two weeks, a month, a year, whatever. But this cyclic approach flies in the face of the commonly used term continuous improvement.

I’m sure that what is meant here is that organizations should never stop trying to improve. In reality, though, they can’t improve continuously but rather continually, or cyclically, because to improve implies that they must complete multiple steps in a cycle. Thus, the reason behind the title of the ITIL v3 book, Continual Service Improvement.

When Gary Case and I sat down to write that book, we had the opportunity to redefine this cycle, throw it out, or create a whole new paradigm. We quickly determined that not only was PDCA still valid more than 50 years after its creation, but it also clearly demonstrated the key principles that we had seen in a number of successful IT improvement initiatives. As we met with the other v3 authors, we struggled with where improvement activities should be placed in v3’s service lifecycle approach. Historically, CSI was always positioned at the end of ITIL’s list of books and still is. However, did that mean it was actually at the end of the service lifecycle? All of us knew it wasn’t.

Improvement activities occur in every phase of the service lifecycle; in every service, every process, every task and every work instruction. So, as the IT industry’s collective understanding of CSI evolves it’s obvious that it’s not a single phase in the lifecycle. Rather, each phase of the service lifecycle took place in a climate of continual improvement. This relationship is exemplified by the now familiar ITIL V3 logo:

The goal of any framework is steady and continual improvement over time that resets the baseline to the current (and hopefully improved) level at the end of each cycle. I believe that is the primary focus and end goal of ITIL, as well: Not to create a new IT bible that dictates chapter and verse how things must be done, but rather to provide clear and compelling guiding principles that give managers a jump start on making a better IT environment for tomorrow. Not all areas will progress at the same rate, some may not move forward at all, however, the end result is simply a better way to manage an improved IT organization.

That’s why I believe that ITIL is CSI.

As well as EVP of Pink Elephant, George Spalding is co-author of ITIL v3’s Continual Service Improvement core volume, and is one of the world’s most insightful and engaging IT service management and support experts. In addition to his extensive commitment to improving the industry, George spent several years as a consultant to the White House on technical presentations and White House conferences. He also coordinated technical presentations for members of the President's cabinet, the Smithsonian Institute, and the Federal Bureau of Investigation. George is an ITIL Expert, the highest level in the ITIL certification program, is a regular author of IT articles and white papers, and is a presenter at global ITSM conferences and events.

Parabens, Hoje se Inventou o Codigo de Barra...

Às 8:01 da manhã de 7 de outubro de 1974, um cliente do supermercado Marsh's em Troy, no estado norte-americano de Ohio, fez a primeira compra de um produto com código de barras.

Era um pacote com 10 chicletes Wrigley's Juicy Fruit Gum. Isso deu início a uma nova era na venda a retalho, acelerando as caixas e dando às companhias um método mais eficiente para o controle do stock.

Aquele pacote de chiclete ganhou seu lugar na história e está atualmente em exibição no Smithsonian Insititute's National Museum of American History (em inglês). Aquela compra histórica foi o ponto de partida para quase 30 anos de pesquisa e desenvolvimento. O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patenteado por Bernard Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados pelo Drexel Institute of Technology (Instituto de Tecnologia Drexel), agora Drexel University (Universidade Drexel). Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz ultravioleta.

Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável. O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.

Em Portugal, o código de barras surgiu pela primeira vez em 1985. O código de país de origem para Portugal é "560" (lê-se no início do código). Já no Brasil, o código de barras teve início operacional implantado na década de 90.

Código de barras é uma representação gráfica de dados que podem ser numéricos ou alfanuméricos dependendo do tipo de código de barras utilizado.

A decodificação (leitura) dos dados é realizada por um equipamento chamado scanner que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura a luz é absorvida, e, onde a barra for clara (espaços) a luz é refletida novamente para o scanner reconhecendo os dados que ali estão representados.

Os dados capturados nesta leitura são compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números humano-legíveis.

Falta Maturidade à Infraestrutura de TI das Grandes Empresas no Brasil

Andrea Giardino, da Computerworld

No estudo da IDC e Accenture, em uma escala de 1 a 5, as 150 maiores companhias instaladas no País receberam nota 2,4 no quesito de melhores práticas - contra uma média mundial de 4

As maiores empresas que atuam no Brasil ainda estão longe de atingir o nível de maturidade desejado quanto ao uso da infraestrutura de TI. Pelo menos é o que mostra o estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray (do inglês, Raio-X da Maturidade da Infrestrutura do Brasil), realizado pela consultoria Accenture e pelo instituto de pesquisa IDC.

Inédito no País, o levantamento ouviu 150 companhias de grande porte, nos meses de agosto e setembro. Seu principal objetivo foi mapear o cenário da TI das empresas e medir o grau de evolução tecnológica de suas operações.

Em uma escala que varia de 1 a 5, as empresas instaladas no Brasil apresentaram nível 2,4 de maturidade, enquanto a média mundial é 4. “O esperado é que chegássemos, pelo menos, a nível 3”, afirma o gerente sênior da Accenture, Jesus Lopes Aros.

A avaliação teve como pano de fundo as melhores práticas de gestão de TI e a biblioteca ITIL (do inglês Information Technology Infraestructured Library), considerada hoje a espinha dorsal dos projetos de infraestrutura. Nesse sentido, o estudo revela que 50% dos entrevistados dominam o padrão ITIL, quando o ideal seria que esse índice fosse de, no mínimo, 75%.

“Esse cenário é preocupante já que o Brasil desponta como uma das economias que mais crescem em investimentos de TI e telecomunicações, superando os países da América Latina e deixando para trás Coréia e Índia, entre os emergentes”, explica Roberto Gutierrez, diretor da IDC.

De acordo com o consultor da Accenture, um ponto relevante a observar é de que forma o orçamento de TI vem sendo usado. Atualmente, há uma concentração em gastos ligados à manutenção do parque instalado. Do total de empresas ouvidas, 35% dos investimentos são destinados a melhorar a infraestrutura existente. “Quando deveríamos ter ações voltadas a melhorias dos processos de gestão e inovação”, destaca Aron.

A pesquisa aponta também as políticas de TI Verde ainda estão em fase incipiente. A média de maturidade no Brasil ficou na casa dos 2,3, muito abaixo dos 3 desejáveis. “Muito se fala em política de sustentabilidade, mas as empresas não acordarão para importância do tema”, diz Gutierrez.

Atualizado: Sexta-feira 02 Outubro 2009 10:10 AM Brasilia Time

Pois é...

De Bruno Kampel

*** Quando cremos que temos todas as respostas, vem a Vida e muda todas as perguntas. ***

Metas Irreais Geram Frustração nas Equipes e nos Gestores

Segundo o CIO da rede norte-americana de trens Amtrak, Dee Waddell, para estipular objetivos para o departamento de tecnologia é preciso contar com lideranças que mesclem habilidades estratégicas e experiência prática.

Dê-me um ajudante de serviços gerais com um objetivo de vida e eu o devolverei como um homem que fez história ou, então, me passe um executivo sem um objetivo e eu o devolverei como um ajudante de serviços gerais.? Essa frase é atribuída a James Cash Penney que, em 1902, fundou a rede de varejo J.C.Penney Stores e tornou-se um dos maiores milionários dos Estados Unidos naquele século.

Por décadas, as palavras desse empreendedor foram repetidas nas universidades de todo o mundo com o intuito de mostrar aos alunos as virtudes de se estabelecer metas audaciosas na vida.

Gerações inteiras cresceram apoiadas na teoria de que quanto mais ambiciosos, melhores eram os objetivos de uma pessoa e as chances de alcançá-los. No entanto, de acordo com o professor de gestão da informação da Universidade da Pensilvânia (nos Estados Unidos), Maurice Schweitzer, muitos dos modernos fracassos corporativos foram ocasionados, justamente, pelo estabelecimento de metas rígidas por líderes que não tiveram a agilidade de reformulá-las no meio do caminho.

Um exemplo dessa situação aconteceu na General Motors (GM) quando um diretor estabeleceu que a equipe de vendas deveria dobrar o número de unidades comercializadas em seis meses. ?Para chegar ao objetivo, os vendedores passaram a negociar carros com compradores sem crédito comprovado?, diz Schweitzer, que complementa: ?Com isso, uma gestão irresponsável sacrificou a lucratividade em nome de um objetivo inalcançável de formas éticas.?

Estabelecer metas não é ruim, mas torna-se necessário, também, desenvolver mecanismos para acompanhar a performance da equipe durante o período estipulado, bem como os movimentos do mercado no qual a companhia está inserida.

No que diz respeito ao monitoramento do desempenho dos colaboradores, os CIOs devem estar cientes de que é necessário estabelecer indicadores que realmente comuniquem a evolução das tarefas ? e não apenas calculem os números de horas trabalhadas em determinado projeto.

O gestor de TI da rede norte-americana de trens Amtrak, Dee Waddell, defende que estabelecer objetivos no departamento de tecnologia depende de um líder que mescle habilidades estratégicas e experiência na execução. Para ele, sem a união de tais conhecimentos, a TI continuará concordando em realizar projetos com prazos muito apertados. ?Quando se tem a noção exata de como as coisas são desenvolvidas, as metas tornam-se mais realistas e factíveis?, diz ele.

Além disso, Waddell afirma que outro mecanismo eficiente para o estabelecimento de objetivos é a consulta aos membros da equipe. ?Pergunto a eles quais seriam as atividades possíveis para determinados intervalos de tempo?, afirma o gestor da Amtrak, que complementa: ?Quando envolvidos na estratégia, os funcionários sentem-se motivados e produzem melhores resultados.?

Stephanie Overby, da CIO/EUA

Curso ITIL Foundation - R$ 150,00 em até 12x - 100% de aprovação

Bom para ver palhaços antigamente iamos no circo...certo?, mas hoje não é mais necessario... lamentavelmente o ITIL veio para ser uma coisa seria, e nos Latinos temos que avacalhar.... pois é, a questão em discussão não é o preço unicamente, quem trabalha numa empresa seria sabe que pagando os impostos, royalties e salarios de profissionais serios com formação seria de ITIL nunca chegariamos a os valores estupidos apresnetados no titulo desta materia, so os valores pagos por exame ao orgão responsavel o EXIN, o valor da prova e duas vezes o valor apresentado de R$150. por tanto quem for fazer um CURSO SERIO deve levar enconta os seguintes fatores:

- A empresa que fornece o CURSO é credenciada?

- Os instrutores tem no minino formação de Foundations e Practitioner?

- A empresa tem conhecimento ou expertise em consultoria?

- A empresa e cohecida no meio?

E importante levar em consideração para sua carreira, na hora de investir num curso, faça num lugar serio... desta forma alem de ganhar conhecimento dos instrutores serios e formados voce tambem levara este conhecimento e experiência para sua empresa.

O Que é um Risco?

É um contexto que inclui as ameças, vulnerabilidades e o valor a proteger. A analise de risco é o processo de avaliar em que medida é que um certo contexto é ou não aceitável para uma organização.

Prevendo cenarios

Ameaças e Vulnerabilidades

Para cada cenário:

- Prever os prejuízos / Recursos a envolver para evitar a concretização dos cenários

- Fazer uma análise de custo/benefício

As Técnicas

Fazendo uma Análise subjectiva, os ocumentos escritos com vários cenários como base para sessão de ?brainstorming?

Análise Quantitativa

Para cada ameaça quantificar a sua incidência, estimar o valor dos prejuízos que pode causar, estimar o custo de combater a ameaça e pesar as várias ameaças para obter um valor final (que algoritmo?).

Técnicas Automatizadas

Uso de ferramentas informáticas que implementam UM algoritmo específico como:

  • CRAMM no Reino Unido
  • CCTA Risk Analysis and Management Method
  • CCTA - Central Computer Telecommunications Agency

CRAAM

Em 3 Etapas:

Etapa 1 - Identificação dos recursos a proteger, seu custo, grau de criticalidade da sua indisponibilidade, ...

Etapa 2 - Avaliação das vulnerabilidades do sistema (o CRAMM considera 31 tipos de ameaças), são usados questionários que são passados para o pessoal para fazer a avaliação ponderada de várias pessoas

Etapa 3 - Usa um algoritmo e faz recomendações sobre os recursos a proteger, medidas a tomar.

Tio, La Garantia soy YO?!

Durante a execução de um projeto e comum o cliente perguntar sobre ferramentas de mercado que estejam aderente aos processos do ITIL. Existe um programa da Pink Elephant denominado de Pink Verify, onde se apresenta de maneira fácil de identificar ferramentas que irão suportar suas necessidades.

O PinkVERIFY? é o único programa mundial de certificação que avalia as ferramentas que suportam os requerimentos das definições e fluxos de trabalho dos processos de gerenciamento de TI, concedendo à essas o direito de uso do logo.

Os selos Service Support e Service Support Enhanced são atribuídos às soluções que demonstraram suportar de forma integrada pelo menos quatro processos. Os selos Service Monitoring e Service Deployment foram introduzidos em 2005 como reconhecimento a um mercado crescente de soluções especialistas. Cada uma das quatro certificações possui um logo distinto, como apresentado acima. Para obter o direito de uso desses logos, a ferramenta deve atender a um conjunto mínimo de requerimentos funcionais e ter sido avaliada de forma bem sucedida por um consultor qualificado da Pink Elephant. Esse logo poderá ser utilizado em uma infinidade de materiais de marketing do fabricante por um período de 12 meses após a assinatura do contrato de uso da marca.

Cabe destacra que a certificação é Indendente, a Pink Elephant como é uma organização independente e isenta, sem relação com qualquer fabricante. Todas as soluções aprovadas pelo programa PinkVERIFY? foram objetivamente avaliadas por um consultores qualificados com o mais alto nível de certificação ITIL, o ITIL Service Manager.

A Pink Elephant não recomenda que os praticantes excluam de sua lista de seleção as ferramentas simplesmente por não possuírem o selo PinkVERIFY?. No entanto, os critérios do PinkVERIFY? e relação de ferramentas verificadas podem oferecer um excelente ponto de partida de forma e se ter um pleno entendimento de como as ferramentas podem suportar as melhores práticas bem como quais fabricantes têm demonstrado de forma explícita o seu comprometimento com o modelo ITIL e sua visão para a integração de processos.

Importante entender os critérios de certificação, a Pink Elephant combinou seu incomparável conhecimento e experiência como especialistas em ITIL com as melhores práticas contidas no ITIL para estabelecer um conjunto de requerimentos funcionais mínimos para compatibilidade com o ITIL. Os resultados estão contidos, de forma gratuita e disponível para acesso, nos critérios do PinkVERIFY? abaixo. Esses critérios suportam as atividades de avaliação detalhadas no white paper. A certificação não é garantida ? todos os fabricantes devem passar por cada fase de avaliação antes de receber o status de PinkVERIFY?.

Lista das ferramantas Cartificadas pelo PinkVERIFY?.

The ITIL Experts...

Pink to become 1st company to offer all 9 Intermediate courses concurrently under one roof:

https://www.pinkelephant.com/RES/default.htm

https://twitter.com/TheITILExperts

Atualizado: Terça-feira 11 Agosto 2009 2:04 PM Brasilia Time

O Orgulho dos Maurin - Meu Irmão Esteban, na França.

Pour clore ce rapport de stage nous ne manquerons pas de citer la présence remarqué d?Estéban MAURIN, un chilien qui c?est présenté à cette manifestation pour lui aussi être enseigné par une personne qu?il affectionne tout particulièrement, Dominique VALERA notre King national?

J?ai donc reçu ce mail en Espagnol que je vous ai traduit afin de vous faire profiter de son contenu à tous et à toutes?

Estéban MAURIN : « Je vous envoi ce mail afin de saluer et remercier Dominique VALERA pour le cours qu?il m?a divulgué, je viens du CHILI et au sein de mon pays je pratique le Karaté GOJO RYU de l?école KENSHINKAN.

Je retournerais au CHILI au mois d?octobre prochain ou je ne manquerais pas de rapporter à mon professeur ce moment unique que vous m?avez fait connaître. Dés que votre article paraîtra sur votre site, je l?enverrais chez nous afin qu?il soit publié dans la page info de notre club et que nos élèves puissent en être informés.

Je voulais souligner que je reste très attentif à tous vos commentaires et réactions ainsi qu?a votre actualité, je vous remercie pour votre simplicité et votre convivialité, puissiez vous encore longtemps diffuser le Karaté contact à travers le monde et enseigner tout un tas de générations futures? »

Amitiés Estéban.

 

Governança Corporativa

A Governança corporativa se denomina ao conjunto de processos, costumes, políticas, leis, regulamentos e instituições que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada.

Este termo inclui também o estudo sobre as relações entre os diversos atores envolvidos (os stakeholders) e os objetivos pelos quais a empresa se orienta. Os principais atores tipicamente são os acionistas, a alta administração e o conselho de administração. Outros participantes da governança corporativa incluem os funcionários, fornecedores, clientes, bancos e outros credores, instituições reguladoras (como a CVM, o Banco Central, etc.), o meio-ambiente e a comunidade em geral.

A Governança corporativa é uma área de estudo com múltiplas abordagens. Uma das principais preocupações é garantir a aderência dos principais atores a códigos de conduta pré-acordados, através de mecanismos que tentam reduzir ou eliminar os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário.

Um problema relacionado, entretanto normalmente tratado em outro fórum de discussão é o impacto da governança corporativa na eficiência econômica, com uma forte ênfase em maximizar valor para os acionistas. Há ainda outros temas em governança corporativa, como a preocupação com o ponto de vista dos outros stakeholders que não os acionistas, bem como o estudo dos diversos modelos de governança corporativa ao redor do mundo.

Os Benefecios Gerados

- PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO

Suporta a estratégia alinhando TI a operações de forma a assegurar o atendimento aos objetivos do negócio.

- ENTREGA E SUPORTE

Foco constante no atendimento dos serviços requeridos que abrangem as operações e evolução dos negócios, envolvendo processos, segurança e agilidade.

- AQUISIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Identificar e avaliar em conjunto com os usuários chaves a melhor solução sobre as necessidades para atender a demanda operacional e estratégica da organização, utilizando metodologia de aquisição e implementação integrada aos processos de negócio, de maneira estruturada.

- MONITORAÇÃO

Os processos de TI passam a ser regularmente controlados inerentes a sua produtividade, custo, qualidade, ?timing?, evolução tecnológica e conformidade com as melhores práticas.

Metodologias e Frameworks

* CobiT (Control Objectives for Information and Related Technology) - Focado em governança, controle e auditoria de tecnologia da informação

* ITIL e BS15000 - Similar ao CobiT, com maior foco em infra-estrutura

* MOF ? MSF ? MSM - focado em gerenciamento interno e de parceiros, posteriormente estendido a clientes

* BS7799 / ISO 17799

* CMM / CMMI - foco em desenvolvimento de software

* PMBOK - foco em gestão de projetos

* BSC - metodologia de PE, utiliza ferramentas de BI para implementação e monitoramento de indicadores de monitoramento e gestão do negócio.

A Crise na Visão de Einstein

Albert Einstein sempre teve uma gigantesca preocupação pelo futuro da humanidade. Em 1935 ele escreveu um livro chamado "Como eu vejo o mundo" onde fez um apanhado geral sobre a crise econômica.

Dica, o livro começa a ficar bom mesmo a partir da página 71.

Segue o texto sobre a crise, segundo Einsten

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

Atualizado: Terça-feira 11 Agosto 2009 2:06 PM Brasilia Time

La Libertad...

"La libertad, amigo Sancho- decía Don Quijote- es uno de los primeros dones que a los hombres dieron los cielos; con ella no pueden igualarse los tesoros que encierra la tierra y que el mar encubre; por la libertad, así como por la honra, se puede y debe aventurar la vida y por el contrario, el cautiverio es el mayor mal que puede venire a los hombres".

Bom Shabbat...

O Elefante e a Formiga

Osias Wurman Jornalista

Durante os combates da guerra em Gaza o Estado de Israel foi vitima de todos os tipos de difamação orquestrada pela imprensa internacional, que deixou-se iludir pela propaganda terrorista do Hamas. Até setores da comunidade judaica mundial ficaram ?impressionados? com as notícias de ?matança desproporcional? promovida pelas forças israelenses, segundo alardeado em letras maiúsculas nos jornais e nos telejornais.

Esqueceram de dizer que reação desproporcional foi a invasão de um Estado recém criado, em 1948, por cinco países árabes vizinhos que tinham a intenção de ?afogar os judeus no Mediterrâneo?.

Um dos episódios mais chocantes desta trama foi a denuncia de diretores da ONU que acusaram o exército de Israel de ter bombardeado uma escola da ONU, que abrigava refugiados, provocando, segundo os informantes, mais de 40 vítimas fatais.

Agora, após ouvir testemunhas oculares que estavam no interior da escola mencionada, e evidencias colhidas pela imprensa internacional, a ONU aparece para desmentir a culpabilidade de Israel no episódio, acrescentando que os foguetes caíram fora da escola, numa área onde existiam lançadores de morteiros do Hamas.

Na verdade, as acusações foram do tamanho de um elefante, e as desculpas da estatura de uma formiga. Fica na memória dos desavisados que o exercito de Israel cometeu, deliberadamente, atrocidades que agora mostram-se inverídicas.

Fatos acontecidos nos últimos dias mostram a verdadeira face do Hamas. A tortura e morte de seguidores do partido inimigo Fatah, o roubo de mantimentos e agasalhos dos caminhões da UNRA e o reinicio da chuva de foguetes Qassam lançados sobre o sul de Israel, não deixam dúvidas de que os fundamentalistas do Hamas desejam perverter a ordem e a paz, a qualquer custo, mesmo usando os meios mais indignos e desrespeitosos à verdade e a vida humana.

Na semana que se inicia teremos eleições em Israel, cujo resultado será o reflexo da opinião pública sobre a guerra em Gaza. Os partidos de direita crescem em função de um consenso geral de que a segurança nacional está em perigo, e que é preciso ?mão forte? para lidar com o terror e a mentira.

Que vença o melhor; o melhor para Israel, para o povo judeu, para o mundo civilizado e para a PAZ.

SHALOM, SALAM, PAZ !!!

Conflicto...

Mi Hr:. Jose me envio atraves de la amiga Tammy Kaplan la dirección electrónica donde se puede ver en su totalidad un análisis sobre el conflicto entre Israel y el Hamas.

Os advierto que hay que ser paciente porque no hay fotos sino argumentos.

Entrad pues al

http://www.libertaddigital.tv/ldtv.php/beta/videoplayer.html/4XJLUUBCF0U

007-Quantum of Solace...

Domingo passado fui no cineminha junto com a minha esposa para ver o filme do James Bond Quantum of Solace... Prontos para mais uma fantastica aventura, o filme abre com uma brutal perseguição movida por dois Alfa Romeo 159 ao Aston dbs do James. O carro dos bandidos é 159 com 3.2 cc e v6, tudo bem apesar que o Aston tem o dobro da potência valeu as fantasticas cenas e fotografias, quem não assistiu vale a pena....

A Frase Do Dia...

Há dois tipos de pessoas: As que fazem as coisas, e as que dizem que fizeram as coisas. Tente fazer parte do primeiro grupo.

Há menos competição.

Lição Sobre Como Atuar no Mercado de Ações..

Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada.

Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada.

O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro.

Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca.

A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los.

O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00!

Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.

Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões: - "Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada.

Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada".

Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente.

Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente, somente burros por todos os lados.

Entendeu agora como funciona o mercado de ações?

James Bond...

"Ele não podia só usar um relógio. Tinha que ser um Rolex." - Ian Fleming (Casino Royale)

Repórter Holográfica

A CNN lançou ontem a primeira repórter holográfica na televisão mundial. O âncora Wolf Blitzer estava nos estúdios da CNN, em Atlanta enquanto Jessica Yellin (holografia) estava nos estúdios em Chicago. É tudo feito com holografia e a estréia foi durante a cobertura da apuração do resultado da eleição americana.

Foram necessárias 35 câmeras e 20 computadores para reprodução da imagem perfeitamente exibida em 3 dimensões.

Veja o vídeo da experiência:

Holografia

Segundo o Wikipédia é uma forma de se registrar ou apresentar imagens em três dimensões. Foi concebida teoricamente em 1948 pelo húngaro Dennis Gabor, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1971, somente executada pela primeira vez nos anos 60 após a invenção do laser. É utilizada pela física como uma sofisticada técnica fotográfica, de análise de materiais ou de armazenamento de dados.

O nome holografia vem do grego HOLOS: todo, inteiro; e GRAPHOS: sinal, escrita, pois é um método de registro "integral" com relevo e profundidade. Os hologramas possuem uma característica única, cada parte deles possui a informação do todo. Assim um pequeno pedaço de um holograma terá informações sobre toda a imagem do mesmo holograma completo, ela será vista na íntegra, mas a partir de um ângulo estreito. A comparação pode ser feita com uma janela, se a cobrirmos deixando um pequeno buraco na cobertura permitiremos a um espectador continuar enxergando a paisagem do outro lado, de um ângulo muito restrito mas ele ainda verá toda a paisagem pelo buraco.

Este conceito de registro "total" onde cada parte possui informações sobre o todo é utilizado em outras áreas, como na neurologia, neurofisiologia e neuropsicologia para explicar como o cérebro armazena as informações ou como nossa memória funciona.

Desta forma a holografia não deve ser confundida simplesmente como mais uma forma de visualização de imagens em 3 dimensões, mas sim como um processo de se codificar uma informação visual e depois (através do laser) decodificá-la recriando "integralmente" esta mesma informação. É importante notar que diversas formas de projeção são erroneamente chamadas de "holográficas" por resultarem em imagens que aparentemente estão no ar (projeções sobre telas transparentes, películas de água, fumaça ou óleo); na verdade o sentido da holografia é o da reconstrução e da integralidade da imagem e não de uma impressão visual fantasmagórica. Até hoje não existe uma forma de projeção de imagens no ar sem qualquer suporte seja ela holográfica ou não.

Quando o Luxo Vem Sem Etiqueta

Um cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube:

'Para estar junto não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro.'

Leonardo da Vinci

Exclusive Interview: Microsoft Admits What Went Wrong with Vista, and How They Fixed It

by Will Smith

Way back in January 2007, after years of hype and anticipation, Microsoft unveiled Windows Vista to a decidedly lukewarm reception by the PC community, IT pros, and tech journalists alike. Instead of a revolutionary next-generation OS that was chock-full of new features, the Windows community got an underwhelming rehash with very little going for it. Oh, and Vista was plagued with performance and incompatibility problems to boot.

Since then, the PC community has taken the idea that Vista is underwhelming and turned it into a mantra. We?ve all heard about Vista?s poor network transfer speeds, low frame rates in games, and driver issues?shoot, we?ve experienced the problems ourselves. But over the last 18 months, Vista has undergone myriad changes, including the release of Service Pack 1, making the OS worth a second look. It?s time we determine once and for all whether we should stick with XP for the next 18 months while we wait for Windows 7. But before we answer that question, let?s review exactly what?s wrong with Windows Vista.

What Went Wrong with Vista?s Launch?

We?ve seen worse launches over the years, but not from a multibillion dollar product that was a half-decade in the making. Here are the seven biggest contributors to Vista?s dud of a debut

Instability

At launch, we complained that Vista was significantly less stable than its predecessor. We experienced more hard locks, crashes, and blue screens in the first weeks of use than we had in the entire year prior using XP. Sadly for Microsoft, our experience was shared by many early Vista users.

The problems weren?t limited to high-end, bleeding-edge hardware, either. People with pedestrian, nonexotic hardware configs reported crashes, instability, and general wonkiness with Vista on laptops and desktops, in homebuilt rigs and OEM machines, and in PCs that originally shipped with XP. Considering that improved stability was one of the biggest promises Microsoft made for Vista, users were understandably upset.

Lots of problems, few solutions

The Problem Reports and Solutions wizard finds lots of problems but few solutions.

Incompatibility

Microsoft didn?t make any big promises about application compatibility, and it?s a damn good thing. If a desktop application didn?t follow Vista?s rules for behavior, Vista wouldn?t let it run. The program would fail to load, crash on use, or eat the user?s data, depending on the development infraction. And to be clear, we?re not talking about shareware apps created by some dude in his basement, we?re talking about Acrobat Reader, iTunes, Trillian, and dozens of other programs, not even counting the antivirus programs that are rarely compatible with a new OS.

Getting hardware working could be just as challenging. If you had one of the millions of perfectly serviceable, but suddenly incompatible printers or scanners, you probably felt pretty raw. We know we did.

Additionally, if you needed to connect to a VPN (virtual private network) that isn?t supported by Vista?s built-in client, you were probably out of luck. Vista shipped without support from major VPN manufacturers, including Cisco, leaving work-at-home types out in the cold.

The massive number of compatibility problems ensured that every user would be touched by at least one disappointment.

Performance

We would expect a new version of Windows to be slower than the previous one, given immature drivers and new features that drain CPU cycles and absorb memory. However, the performance differential has always been less than 10 percent in the past and only really evident in hardware-intensive apps, such as games.

At Vista?s launch, our tests revealed worse-than-expected performance in many different tasks and applications. Gaming performance suffered notably; using drivers from the launch time frame, our tests showed as much as a 20 percent performance difference between Vista and XP on the same machine. But that wasn?t the worst of it.

Even common tasks suffered. Large network file transfers took a ludicrous amount of time, even on systems hardwired to gigabit networks. On affected machines, Vista could take days to transfer a full gigabyte of data! While that was a worst-case scenario, many users complained that file transfers took twice as long to complete in Vista as in XP.

Reliability Chart

The Reliability Monitor provides a general idea of how stable your machine is. All our rigs are unstable.

User Account Control

Vista brought marked improvements to the overall security of Windows, one of the few areas in which the OS actually lived up to Microsoft?s promises. Unfortunately, one of the mechanisms that helps enable that security comes at a high cost?it?s incredibly annoying.

That?s right, we?re talking about User Account Control, aka UAC. Even if you don?t know what it?s called, if you?ve used Vista, you?re undoubtedly aware that you need to prepare your clicking finger when the desktop darkens and your trusty PC starts asking whether you really meant to install that application you just double-clicked. UAC prompts you whenever an app tries to write to an area of your hard disk or registry that Windows finds suspicious. This seems like a good thing, right? It would be, except UAC prompts every time the installer does something suspicious. We?ve had Vista prompt us no fewer than five times before completing installs it questioned.

The problem is compounded by the fact that those five prompts look and behave differently, even though they?re all asking for basically the same thing: permission to write to a protected area of your system. To make matters even worse, none of the UAC prompts actually tells power users what the app is doing. When you click that Allow button, all you?re doing is adding a speed bump to whatever malware you might be installing.

Executed properly, UAC could have been a savior for people wont to install every application they find. Unfortunately, the UAC prompts quickly become so annoying that most users either disable them (the power-user option) or mindlessly click Allow (the mom option).

Activation

Activation has been a hassle since Microsoft first included it with Windows XP. Microsoft?s never really honored its stated 90-day limit for discarding activation information either. After installing the OS once or twice, you inevitably have to call some poor sap manning the activation hotline to enable Windows. What bothers us about Vista is the inclusion of the Windows Genuine Advantage software, which periodically checks in with Microsoft to ensure that the copy of Windows you?ve already activated remains genuine.

That?s all well and good, unless something confuses WGA. Unfortunately, just about everything confuses WGA. It could be something as simple as a BIOS reset that sets the clock back a few years. Or it could be that Microsoft?s entire activation process shuts down for a few hours?like it did last August. But at least Microsoft curbs piracy of Vista and other activated software by treating its customers like criminals, right? Well, not so much. Hacked versions of Vista that simply bypass activation are available on BitTorrent sites around the world.

Version Overload

In the old days, there were two distinct versions of Windows: one for home users and one for corporate users. For home, you bought Windows 98; IT departments bought Windows NT (at least the serious ones did). With Windows XP, this trend continued, despite the fact that both the home and enterprise OSes used the same core.

With Vista, the old home and enterprise distinctions went out the window, as Microsoft added three more versions of Windows, removing crucial features like the 3D UI from the low-end release and forcing power users who want access to both work-friendly and enthusiast features to shell out for the $400 Ultimate edition. To help justify that exorbitant price, Microsoft promised Ultimate Extras, the first of which didn?t materialize until months after launch, and those that did appear were disappointing. A bad Texas Hold ?Em game, a backup utility that should have been included in every box, and support for other languages do not ?ultimate extras? make.

Oh, and if you used Windows XP Professional at home and wanted to upgrade to a less-expensive home version of Vista, you were out of luck. The only upgrade path that worked from XP Pro to anything with Media Center capability was the spendy Ultimate edition.

?One More Thing?

If the last eight years of watching Steve Jobs smugly introduce ?one more thing? have taught us anything, it?s that no matter how technically sound (or alternately, how fatally flawed) a product is, every major release desperately needs one or two supersexy features to incite lust in geeks everywhere. Every time Jobs rolls out a new product, he teases the audience with a feature or two that you simply cannot wait to use. These features not only leave customers clamoring for the new product but also give those pesky users sitting on the fence a rationale for upgrading. While Vista had the technical chops in the form of the Aero renderer to deliver some potentially astounding apps, Microsoft?s best effort was Flip3D?a gimpy knock-off of a feature that OS X implemented infinitely better.

Aside from that, most of the apps included with Vista are rote updates of their forebears?from Movie Maker to Photo Gallery. There?s very little that?s new, even when the apps themselves are brand-new (see Windows Mail). Worse than nothing new, there?s not much in a stock Windows install to inspire anyone?even the stereotypical dullard PC user.

Go!?

Pois é, graças ao meu amigo, colega e hermano Argentino (correto, irmão por que irmão a gente não escolhe....rssss), nos comentou sobre o GO?! (Go, Weiqi ou Baduk) se trata de um jogo estratégico de soma zero e de informação perfeita para tabuleiro, em que duas pessoas posicionam pedras de cores opostas.

O jogo de Go originou-se na China e suas primeiras referências conhecidas datam do século 6 a.C (548 a.C. ,Zuo Zhuan). Alguns estudiosos acreditam que o tabuleiro tenha evoluído de algum utensílio utilizado para marcar datas e épocas do ano. Uma lenda no entanto diz que o jogo foi criado como um instrumento do imperador Yao( 2337 - 2258 a.C.) para educar seu filho Danzhu, na disciplina, concentração e equilíbrio. Outros acreditam que o jogo tenha sido criado com propósitos divinatórios , para controle de enchentes ou ainda para simbolizar a ordem cosmológica. O jogo também teria sido usado por generais chineses para estabelecer estratégias de guerra.

O jogo foi introduzido no Japão em 735 d.C. por um monge budista chamado Kibi Dajin, e logo tornou-se popular entre as diversas classes sociais. No Japão o jogo tornou-se consistente e este país foi o primeiro a estabelecer um sistema de jogadores profissionais com rating e ranking. Em 1924 neste país foi fundada a Nihon Ki-in uma academia com caráter acadêmico e federativo voltado para a propagação do Go através de torneios e concessão de títulos aos jogadores.É reconhecido como um jogo que envolve grande capacidade estratégica, tendo grande número de praticantes na Coréia, na China, no Japão, nos EUA e na Europa. Em outros lugares, como Brasil, é praticado basicamente pelos da diáspora asiática e curiosos.

O TrueCrypt...

TrueCrypt é um aplicativo que cria volumes criptografados que podem ser montados como unidades virtuais. Software de código aberto de encriptação em disco para Windows, Mac e Linux.

Esta aplicação tem a capacidade de criar discos virtuais encriptados (mesmo em Flashdrives USB) como se de um disco real de tratasse. Pode encriptar uma partição do seu disco rígido ou um outro dispositivo de armazenamento como uma flash drive.

Encripta automaticamente em tempo real (on-the-fly) de uma forma transparente. Possibilita dois níveis de proteção. Caso seja obrigado a revelar a senha, há uma segunda proteção na qual o acesso aos dados estará preservado.

True Cryp, alguns dos seus usos:

Assietência Técnica

* Caso você envie o seu computador para um procedimento de assistência técnica você não precisa se preocupar com acessos indevidos aos seus arquivos realizados por possíveis técnicos de ética duvidosa; (leia Assistência técnica e a segurança das informações)

* Caso o seu notebook, ou mesmo desktop, seja furtado os seus arquivos estarão protegidos contra acessos indevidos.

Você pode proteger todo o tipo de arquivo com o TrueCrypt

* Suas fotos pessoais; e

* Documentos do trabalho

IMPORTANTE: no caso do uso do TrueCrypt no ambiente corporativo deve-se atentar para recursos de recuperação de casos em que o usuário esquece a senha. O TrueCrypt fornece alguns como header backup.

Visite tambem a pagina do Paulo Barreto (membro da equipe de desenvolvimento), com quem tive oportunidade de trabalhar e conhecer.

WarCraft...

Zack Anderson, um estudante MIT, criou uma solução para uma "wardriving". O Warcart é um carrinho de compras convertido com quase todos os tipo ferramentas de sniffing e tudo sem fio. Tem antena e um lançador de fumaça.... Pode mesmo dispensar USB flash infectados.

Para entender a Warcart exige entender um pouco da história em primeiro lugar o Wardriving, é a condução com um computador portátil e monitoramento de acesso aos pontos de WiFi, isto se tornou muito popular em torno de 2001.

Dentro de um curto intervalo de tempo, as pessoas inventaram "warwalking", e milhões de "flocked", andaram pelas ruas com um laptop e um Cartão de WiFi na mão.

Depois, inicou-se uma crise ou febre quando alguém voou num avião Cessna com um laptop e se tornou o primeiro warflyer. Dentro de pouco tempo todos, a imprensa tinha "tech blog" na internet foi abrangendo os últimos crimes de guerra...etc.

Houve warrocketing, warballooning, warbiking, e warboating. Tambem houve palestras e seminários. Notícias e blogs. Relatórios de rádio e televisão mostra tudo sobre o monitoramento de WiFi .

Em breve se verificou que a maioria destes metodos são extremamente elitista.

Ou seja pessoas usando veículos, avião de propriedade particular, balões, iates todos com super computadores portáteis.

Por tanto o que o mundo precisava era de um elemento de baixo custo é que seja ainda uma super poderosa alternativa. Dai nasce o "WarCraft"... quem tiver intersesado nesta giringonça visite o link do Autor

Verdadero Constructor, Verdadero Mason

Extracto de una de las obras de Aldo Lavagnini.

Dice Magister:

"Hemos llegado al término de esta reseña interpretativa de los símbolos del primer grado masónico, en la cual nos habíamos propuesto, como objeto fundamental, dar a quien ávidamente busca la Verdad, a quien desea penetrar y reconocer el sentido iniciático de dichos símbolos, una clave que le sirva para abrir, por sus propios esfuerzos, la Puerta Hermética del Misterio, tras la cual se encierran impenetrablemente para el entendimiento profano.

"No hemos dado ni hemos pretendido dar la Verdad, por la sencilla razón de que ésta nunca puede darse exteriormente, sino que tiene que ser buscada y reconocida en lo profundo del alma; sólo hemos indicado, o mejor dicho, nos hemos esforzado en aclarar el Camino que la Masonería enseña en esta búsqueda individual, por medio de sus símbolos, ceremonias y alegorías. El secreto masónico tiene que ser buscado y encontrado individualmente, pues de otra manera cesaría de ser tal.

"Los labios de la Sabiduría están cerrados fuera de los oídos de la comprensión. Sólo quien se halla en un particular estado de conciencia y madurez espiritual puede reconocer interiormente determinada Verdad, comprendiendo y sacando provecho de las palabras que quieren indicarla o revelarlo.

"La Esfinge, aquel maravilloso monumento que nos queda de la más antigua civilización egipcia, es una representació n escultórica de este hecho: es muy difícil decir si sus labios están abiertos o cerrados; más bien puede decirse que están abiertos y cerrados al mismo tiempo, detrás de la sonrisa misteriosa que los anima. Verdadero símbolo de la enseñanza esotérica, la Esfinge habla todavía para quien tiene oídos para oír, pero permanece en hermético silencio para quien no ha ingresado en aquel estado de conciencia en el cual la Verdad espiritual puede ser reconocida y asimilada.

"Lo mismo debe decirse de los símbolos masónicos: como la Esfinge, hablan para quien los escucha con los oídos de la comprensión, pero guardan su secreto para quien no sabe descubrirlo.

"La Masonería es una Ciencia y un Arte que se revelan progresivamente a quien se esfuerza y persevera en el estudio y en la práctica, por medio de la comprensión y del uso de sus instrumentos simbólicos. Así pues, la distinción entre masón y profano no puede ser determinada únicamente por la ceremonia con la cual un profano es admitido y reconocido como miembro de la Orden, sino que depende de la efectiva realización de esta cualidad.

"La mayoría de los masones permanecen irremediablemente profanos en lo que se refiere al entendimiento y a la realización de la finalidad iniciática de la Orden y al sentido verdadero de símbolos y ceremonias. Pero esto no les impide ser buenos masones, si se esfuerzan sinceramente, en la medida de su comprensión y, sobre todo, si son fieles a sus ideales y ponen en práctica lo que han entendido de los Principios Morales de la Orden. No hay necesidad de conocer la Doctrina Esotérica revelada por los símbolos masónicos para practicar los principios de la fraternidad, pero sí es necesario saber discernir entre la ilusión exterior del egoísmo y de la separatividad, y la Realidad de la Unidad Interior de todo, para comprenderla y realizarla efectivamente.

"Todo hombre sincero encuentra, pues, en la Masonería un Camino de Progreso que se hace siempre más efectivo en la medida de su buena voluntad y perseverancia, un progreso al mismo tiempo intelectual y moral, adaptándose su enseñanza simbólica perfectamente a la comprensión de todas las inteligencias, aunque no les sea dado a todos penetrar el verdadero significado íntimo de dicha enseñanza.

"Pero siempre el progreso será el resultado del esfuerzo individual y del ardor y de la perseverancia con los cuales se esfuerza cada cual en realizar las finalidades de la Orden, encaminándose hacia una más profunda comprensión de la Verdad y poniendo los pies de una manera más firme, equilibrada y segura sobre la Senda de la Virtud."

"Causos" do Direito Nos USA

Agradeço ao meu Ir:. Michael;

O Stella Awards é um prêmio conferido anualmente aos casos mais bizarros de processos judiciais nos Estados Unidos. O prêmio tem este nome em homenagem a Stella Liebeck, que derrubou café quente no colo e processou, com sucesso, o McDonald's, recebendo quase 3 milhões de dólares de indenização.

Desde então, o Stella Awards existe como uma instituição independente, publicando - e "premiando" - os casos de maior abuso do já folclórico sistema legal norte-americano.

Em 2007, os vencedores foram:

5º lugar (empatado):

Kathleen Robertson, de Austin, Texas, recebeu US$780.000,00 de indenização de uma loja de móveis, por ter tropeçado numa criancinha que corria solta pela loja e quebrado o tornozelo. Até aí, quase compreensível, se a criança descontrolada em questão não fosse o próprio filho da sra. Robertson.

5º lugar (empatado):

Terrence Dickinson, de Bristol, Pennsylvania, estava saindo pela garagem de uma casa que tinha acabado de roubar. Ele não conseguiu abrir a porta da garagem, porque a automação estava com defeito. Não conseguiu entrar de volta na casa porque a porta já tinha fechado por dentro. A família estava de férias e o Sr. Dickinson ficou trancado na garagem por oito dias, comendo ração de cachorro e bebendo pepsi de um engradado que encontrou por ali. Ele processou o antigo proprietário da casa, alegando que a situação lhe causou profunda angústia mental. Recebeu US$500.000,00.

4º lugar:

Jerry Williams, de Little Rock, Arkansas, foi indenizado com US$14.500,00, mais despesas médias, depois de ter sido mordido na bunda pelo beagle do vizinho. O cachorro estava na coleira, do outro lado da cerca, mas ainda assim reagiu com violência quando o Sr. Williams pulou a cerca e atirou repetidamente contra ele com uma espingardinha de chumbo.

3º lugar:

Um restaurante na Filadélfia foi condenado a pagar US$113.500,00 de indenização a Amber Carson, de Lancaster, Pennsylvania, após ela ter escorregado e quebrado o cóccix. O chão estava molhado porque, segundos antes, a própria Amber Carson havia atirado um copo de refrigerante no seu namorado, durante uma discussão.

2º lugar:

Kara Walton, de Claymont, Delaware, processou o proprietário de uma casa noturna da cidade vizinha, por ter caído da janela do banheiro e quebrado os dois dentes da frente. Ela estava entando escapar do bar sem ter que pagar o couvert (de US$3,50). Recebeu US$12.000,00, mais despesas dentárias.

1º lugar:

O grande vencedor do ano foi o sr. Merv Grazinski, de Oklahoma City, Oklahoma. O Sr. Grazinski havia recém comprado um Motorhome Winnebago Automático e estava voltando sozinho de um jogo de futebol, realizado em outra cidade. Na estrada, ele marcou o piloto automático do carro para 100 km/h , abandonou o banco o motorista e foi para a traseira do veículo preparar um café. Quase como era de se esperar, o veículo saiu da estrada, bateu e capotou. O sr. Grazinski processou a Winnebago por não explicar no manual que o piloto automático não permitia que o motorista abandonasse a direção. O júri concedeu a indenização de US$1.750.000,00, mais um novo Motorhome Winnebago. A companhia mudou todos os manuais de proprietário a partir deste processo, para o caso de algum outro retardado mental comprar seus carros.

Duas a Cada Três Empresas Adotam o ITIL

Partamos do inicio de 2008 o ITIL na sua versão V3, estava inciando um processo embrionario ja que a V3 a sua organiação confundiu muito aos profissionais de TI que fizeram o curso e a prova.

O Max Alberto Gonzales, da INFO escreveu uma materia interessante, sobre uma pesquisa feita com 370 CIOs de 14 países que aponta que 66% das empresas adota a metodologia ITIL para gerenciar a área de TI.

O estudo foi realizado pela empresa sul-africana de serviços de TI Dimension Data, que avaliou quais são as melhores metodologias de gerenciamento de ativos de TI adotada pelas corporações.

Além do ITIL (Infrastructure Technology Information Library), uma biblioteca de procedimentos (biblioteca que agrupa as melhores praticas no gerenciamentos de TI) criada no final dos anos 80 por uma fundação vinculada ao ministério britânico do comércio, o estudo da Dimension Data avaliou outras metodologias, como Microsoft Operations Framework (MOF, adotada por 47% das empresas) e Six Sigma (41%).

Entre 28% e 34% surgem as metodologias Prince 2, ISO, CMMi, ASL, Cobit e TQM. Abaixo dos 20% estão as metodologias Super e Agile. O ITIL obteve também a melhor nota entre todas as metodologias, 3 em uma escala de 1 a 5.

Segundo os entrevistados, o ITIL ganha das outras metodologias porque um grupo de empresas e consultores independentes faz a atualização periódica e sistemática dos processos envolvidos na gestão de TI, que são documentados como uma biblioteca, com termos previamente definidos e padronizados.

Essas metodologias de gerenciamento de TI documentam e padronizam processos de uso de tecnologia da informação para criar uma matriz de serviços oferecidos pela área de TI a toda a empresa.

Vida Longa ao ITIL...rsssss

Atualizado: Terça-feira 12 Agosto 2008 11:47 AM Brasilia Time

Retro Thing...

Amigos,

Para quem gosta de veiculos retro, visitem o Blog do Retro Thing, farto material e links para os amantes das coisas retrô...Link

Maravilloso, Dedicado a Mis Madres...

Su amor vive aún en tu corazón, y no la habrás perdido si le permites continuar viviendo dignamente en ti.

Ella tiene un cuerpo en la tierra: es el tuyo; tú tienes un alma en la otra vida: es la suya.

Que ese alma y este cuerpo continúen marchando siempre juntos y así ella vivirá.

Lo dedico a mis Mamás Rina Priscilla y Rina Varoli...

Eliphas Levi (pseudónimo)

Agradezco a mi Hr. Jose Shlosser por enviarme este texto.

Para executivas e executivos...

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

- No céu.

- No céu?...

- É.

- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?

- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

- Assim?

(...)

- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.

- É mesmo?

- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

- Ah, não sabemos.

- Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?

- Hã?

- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

- Que interessante...

- Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: 'O melhor céu da América Latina'.

- Fantástico!

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

- !!!...???...!!!...???...!!!

- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?

- Sobre todas as coisas.

- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.

- Incrível!

- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.

- Impressionante!

- Isso significa que podemos partir para a implementação?

- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

Autor: Max Gehringer

(Revista Exame)

La Tradicion Judia

La tradición Egipcia pasó al pueblo judío con Moisés, quien fue iniciado en los Altos Misterios por los sacerdotes egipcios, quien después transmitió estas enseñanzas a la clase sacerdotal de los Israelitas. En el Antiguo Testamento (Samuel XIX-20 y Reyes II-2,5) se menciona que al parecer existían escuelas iniciáticas en Naioth bajo la dirección del Profeta Samuel y otras en Bethel y Jericó. Los misterios egipcios fueron transmitidos de generación en generación hasta el momento en que el Rey Salomón subió al trono de su padre David.

El Rey Salomón, quien gobernó entre 976 y 926 a.C., se dedicó a la unificación de su pueblo y con tal fin erigió el Templo de Jerusalén para que fuera centro de veneración religiosa y símbolo de la unidad nacional. El Templo era un edificio completamente simbólico, su plano, sus construcciones y ornamento representaban la síntesis de todas las ciencias, era el Universo, era la filosofía, era el cielo, representaba el Macrocosmo y los hombres al Microcosmos. Salomón lo había concebido e Hiran Abiff Arquitecto y decorador de la ciudad de Tiro lo había construido con elevada inteligencia. Para el mejor desarrollo de la obra dividió a los trabajadores, de acuerdo a la labor que realizaban, en Maestros, Compañeros y Aprendices, estructura que los masones han tomado como forma de organización.

Ahora Salomón quien había sido iniciado en los Misterios de Eleusis, deseaba darle forma Judía a los misterios, que desde Moisés eran aun Egipcios. Para ello junto con el Rey Hiran de Tiro, convocó a una Asamblea del consejo de Jerusalén y se dedicaron de inmediato a la adaptación de los rituales. De esta manera se unen cuatro corrientes, la egipcia aportada por los Sacerdotes , la Griega aportada por Salomón, la Caldea basada en las enseñanzas de Zoroastro que mantuvo el Rey Hiran, la cual aportó entre otras: los nombres del alfabeto judío y de los ángeles, y una cuarta corriente extraña a las otras basada en el rito de Tammuz que aportó Hiran Abiff quien era Fenicio. La iniciación de Salomón tenía un triple fin: la tolerancia, la filantropía y la civilización de los Israelitas. La Mística Judía induce en primer lugar a una comunión directa con la divinidad trascendente, de igual modo la cosmología simbólica vinculada al templo entra en el campo del esoterismo.

El simbolismo del Templo corresponde al cosmos y está dividido en tres partes que corresponden al cielo, al mar y a la tierra. Telas y ornamentos interiores evocan los cuatro elementos, las siete ramas del candelabro remiten a los siete planetas, las doce columnas interiores a los doce signos de zodiaco. La orden inciática y esotérica de la Francmasonerí a se inspirará en este simbolismo cósmico para la disposición y el orden, para la orientación y forma de la logia.

Los Francmasones quieren reedificar el Templo de Salomón sobre las bases de la jerarquía inteligente y de la iniciación progresiva.

La experiencia mística judía de los primeros siglos de nuestra era aporto a la génesis del esoterismo occidental su propia contribución, se mezcló con las corrientes griegas y latinas, y así llegó a crear nuevas orientaciones. La originalidad de la mística hebraica reside en la asombrosa asociación de los elementos que la componen: práctica religiosa, metafísica, ética, teosofía, alegorías, preceptos proféticos y leyes. Se estima que la Torah o Libro de la Ley está prácticamente terminado en el s. V a.C, y está formada por los cinco libros del Pentateuco, pero a esta ley escrita dictada por Dios a Moisés se agrega una ley oral igualmente dictada por Dios y transcrita hacia el año 218 d.C, especialmente por Rabí Yehuda Hakadoch, y se le llama Mishna, al cuerpo de comentarios de la Mishna se le llama Ghemara, estos dos libros se reunieron en uno solo llamado Talmud (en hebreo Doctrina). En opinión de autorizados ritualistas, el tercer grado de Maestro está clasificado como bíblico, también varias tradiciones y leyendas de los grados superiores de la Masonería, se encuentran en el Talmud. Se puede ver que forma Judaica de los Misterios es la que mayor influencia ha tenido en la moderna masonería aportando entre otras: los tres grados, las palabras sagradas de los mismos, la estructura jerárquica, el calendario, el simbolismo de los rituales.

Fuente:

http://www.gluv. org/Historia% 20de%20la% 20Masoneria% 20Universal. htm

A Humildade Acima de Tudo

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor ao seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.'

Moral: A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Ás vezes as pessoas, por terem um pouco mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!

Carta Enviada a Daniel Baremboim Respecto a Su Actitud Frente a Israel

Carta abierta a Daniel Baremboim. (Y a los que piensan como él)

Señor Daniel Baremboim:

Usted puede desistir de haber participado en los festejos del 60 aniversario de la 'recreación' del Estado de Israel, pues es libre de hacerlo. Sin embargo, y por su comportamiento público, esa actitud parece solo por odio y prejuicio. Le sugiero que inmediatamente renuncie a su ciudadanía israelí.

También deje su cómoda residencia en Berlín, desde donde es fácil opinar en éstos tiempos, y vaya a 'sobrevivir' algún tiempo a Ashkelon o Sderot para vivir desde el otro lado, lo que hacen sus hermanos palestinos. Después de esa experiencia le sugiero que vaya a vivir a Gaza y disfrutar de todos los adelantos científicos, tecnológicos y de derechos humanos alcanzados por sus connacionales.

Imagino que su estadía en Berlín debe ser conflictiva, pues es una ciudad reunificada siendo usted defensor de la división de Jerusalem.

Convertida capital de Judá por el Rey David, judío, hijo de Ishai, judío, hace 3000 años. Esta ciudad siempre estuvo en tierra de Israel, nunca en China, Oceanía o cerca de alguno de los Polos.

Abandonada por todos sus conquistadores hasta 1967. A partir de entonces su reunificación hizo que todos los no judíos que allí viven tengan los mismos derechos que los judíos y, sin duda, todos viven mejor que en cualquier ciudad árabe.

Además no es mencionada ni una sola vez en el Corán. Entonces, ¿por qué no dividir Nueva York, París o Londres?

También sugiero que en Gaza ofrezca conciertos, con su capacidad que no pongo en duda ni discuto. Y que, como es costumbre de sus conciudadanos palestinos, los festeje con ametralladoras en mano disparando al aire. De la misma manera que celebran la muerte de sus propios hijos por algún atentado en la 'despreciable' Israel.

No sea hipócrita y recuerde, Israel ofreció varias veces la paz a sus hermanos palestinos, (los suyos) y éstos la desprecian desde antes de conversar porque nunca escucharon ni lo harán. Usted cree que con la orquesta integrada por jóvenes israelíes y palestinos ganará el Nobel de la Paz. Es posible porque para eso no hay que ser objetivo. Yasser Arafat ganó uno.

Y recuerde que los judíos ya estaban en esas tierras, desde donde transmiten y escriben la historia desde hace 'apenas' 5768 años. Sepa que Israel no tomó nada prestado. Desde ese entonces todo es Israel. La historia no empieza el día que a usted o a cualquiera se le ocurre.

Por el contrario Israel acepta desde 1948 convivir con sus connacionales palestinos. Cosa que ellos ni piensan. Israel solo se defiende. ¿Sabe usted que es eso? No, porque nunca tuvo necesidad de hacerlo. Es más, como usted es muy universal, ya que es argentino por nacimiento, palestino por elección e israelí por conveniencia, luego de renunciar a su ciudadanía israelí le ruego que pida la ciudadanía iraní.

Se la darán inmediatamente y espero que para celebrarlo el presidente Ahmedineyad haga como los palestinos, es decir, que explote la primera y última bomba atómica en Teherán.

Le sugiero que no vaya más a Israel, ni como turista extranjero, así se sentirá mejor y evitará incomodidades.

Atentamente y con poco respeto.

Elías Krimker